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FOMO (Fear of Missing Out), ou o medo de estar por fora das novidades — ZÉducando

Muito bom esse aritgo do “Papo de Homem”. A meu ver o tema passa pela questão da leitura e do livro, tendo como pano de fundo a Educação, razão de ser deste blog que tem por objetivo provocar o pensamento. Mas como provocar o pensamento sem parar ? Confiram, vale a pena ! Sobre a […]

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Um super guia para você usar máscaras faciais — Lu Ferreira | Chata de Galocha!

De uns tempos pra cá a gente tem visto uma oferta muito grande de máscaras faciais – e quem acompanha a Lu no Youtube e no Instagram sabe que este tem sido o cuidado de beleza favorito dela. Essa história de máscaras faciais vem lá do outro lado do mundo, mais precisamente dos japoneses e…

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O certo é dizer que nenhuma mulher deveria ser assediada, Danuza — Capricho

É claro que os homens merecem um viva, assim como as mulheres. Não se trata do contrário do machismo. Se trata de um mundo em que homens e mulheres tenham direitos iguais, que meninas não tenham medo de ser livres, trabalhar com o que quiserem, vestir o que quiserem, se relacionar com quem quiserem, pensar da forma que quiserem, beijar quem (e quando) quiserem. Um mundo em que o machismo, tão enraizado em nossa sociedade patriarcal, fique cada vez menor e menor e menor… Até não existir mais nem matar mais. Isso é feminismo.

Na última quarta-feira, 10, a jornalista e escritora Danuza Leão deu uma opinião bastante preocupante sobre o manifesto que ocorreu no Globo de Ouro 2018, em que mulheres se reuniram e vestiram preto para protestar contra os inúmeros casos de assédio em Hollywood que foram denunciados no último ano e apoiar a campanha Time’s Up.…

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O fim do machismo e do femininístico não é diminuir os homens e nem tentar as mulheres no poder, é achar um ponto de equilíbrio no qual nós mulheres não precisemos sair todos os dias de casa preocupadas com nossa integridade física, com medo de ser abordada na rua pelo simples fato de sermos mulheres.

É sobre construir um mundo no qual não precismos olhar com desconfiança para os homens quando descemos do ônibus a noite no caminho do trabalho para casa. Um mundo em que não precisemos andar com passos apressados olhado para trás para ter certeza de que não está nos seguindo. Quantas de nós já passou por esse medo? Muitas vezes é um homem de bem, que nem está olhando para o nosso lado. Mas por culpa do abusadores, violadores, assediadores nosso coração dispara de medo cada vez que nos vemos nessa situação, em um lugar isolado todo homem acaba virando uma ameaça em potencial porque não temos como separar o joio do trigo.

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SE ASSÉDIO SEXUAL E AGRESSÃO FOSSEM TRATADOS COMO TERRORISMO — Escreva Lola Escreva

As acusações contra o produtor de cinema Harvey Weinstein já chegaram à impressionante marca de 84 mulheres. Isso tem gerado um enorme rebuliço não só em Hollywood, mas em todos os EUA. A campanha #MeToo (Eu Também) encorajou milhares de mulheres a denunciarem assédio sexual e estupro. Minha dúvida é: esse incentivo para não se calar…

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Mulheres em Guerra contra outras mulheres – Um mal entendido?

Quem me conhece sabe que sou contra extremismos de qualquer lado. Resisti muito tempo ao termo “Feminista” por conta disso. Nunca fui contra o movimento, mas sou contra as vertentes mais radicais, porque acedido que respeito é algo mutuo, uma via de mão dupla para homens e mulheres sejam homossexuais, hetero, ou mesmo adeptos da assexualidade. Acredito que promover a violência em qualquer de suas formas nos rebaixa e nos enfraquece.

Não acredito em quem prega o ódio. Mas acredito que algumas coisas do feminismo nos são necessárias. Fiquei maravilhada com a força das mulheres que finalmente juntaram forças para finalmente se rebelar contra o assedio e o abuso sexual na industria do cinema, embora seja só um primeiro passo na busca de um ambiente de respeito mutuo. Achei maravilhosas as atrizes vestirem-se de preto em uma solidariedade que não é feminina, nas humana em sua expressão mais consciente.

img_5120Não condeno as mulheres que não se sentem representadas pelo movimento feminista, entendo que por conta de vertentes mais radicais e por mal entendidos muitas mulheres confundem feminismo com ódio aos homens. Eu mesma demorei a entender que não se trata disso e por isso sempre tive certa resistência.

Eu acredito que para progredirmos moral e espiritualmente (sim eu sou espírita),  que precisamos superar o ranço de domínio ou guerra de gênero para nos vermos como humanos simplesmente, maravilhosos em nossas diferenças. Que podemos, tanto homens quanto mulheres querer ser profissionais, ou donos de casa, que podemos ou não querer ser mães, que pode haver mulheres que se realizam sendo do lar e outras não, mas que isso deva ser uma escolha pessoal, não uma imposição social. Que a escolha de ser ou não mãe e esposa não diminua ninguém perante o resto da sociedade, assim como a escolha de um homem ser ou não pai e marido não o diminui.

Não defendo o sexo desenfreado, acredito que sexo seja a expressão mais intima entre duas pessoas e que deve no mínimo haver afeto e respeito entre os envolvidos. Sexo não deve ser imposto, nem ferramenta de controle, ou vulgarizado como mero prazer físico fugaz.

Hoje lendo o blog Escreva Lola

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CHEGA DE SAUDOSISMO DOS “BONS TEMPOS” EM QUE HOMENS PODIAM ASSEDIAR MULHERES EM PAZ

Não pude deixar de pensar em como estamos divididas, sempre que um grupo avança na conquista do respeito para todas nós outro no puxa para trás por puro desconhecimento ou mesmo por falso “puritanismo”.

No post de ontem falei um pouco da diferença entre flertar, cantada e assedio. Essas mulheres que defendem o direito do homem a assediar claramente não sabem a diferença entre ser cortejada e ser abusada.

Feministas de verdade não são mal amadas, não são contra os homens ou contra a sexualidade. Eu acredito que a raiz da luta seja justamente pelo direito de amar e ser amada sem ser um objeto sexual ou de reprodução. Que seja a busca por homens que não se sentem intimidados pelo fato de não dependermos afetiva ou economicamente deles permitindo uma parceria saudável, seja como colegas de trabalho, amigos, namorados ou mesmo casamento.

Todo homem e mulher tem direito de flertar, pois é uma forma de dar-se a conhecer. Flertar é respeitoso, pois não invade o espaço do outro. Flertar é uma sutil troca de img_4402permissões. No flerte nós, homens e mulheres, definimos com palavras e gestos até onde estamos dispostos a nos abrir, nos permitir. O assédio viola o espaço do outro, ignora que o corpo do outro é sagrado e que não deve ser tocado sem permissão. Para o assediador apenas o desejo dele e a vontade dele prevalecem. Estupro não diz respeito apenas a penetração, é todo o contexto que nos faz sentir violadas. Um beijo que não permitimos, um toque intimo, as vezes uma forma de olhar que nos faz sentir despidas.

Quando falam de caça as bruxas estão distorcendo a situação. Vatherine Deneuve, Catherine Millet e cineasta Brigitte Sy e tantas outras não estão em uma cruzada contra os homens. Precisamos evoluir socialmente no modo como lidamos com as diferenças entre os gêneros. Precisamos dar mais um passo na construção do amor ao próximo para que nosso mundo evolua.

Enquanto o eu feminino for objetificado para o prazer alheio não superaremos o ranço do turismo sexual, da pedofilia ou mesmo do escravagismo. Queremos crer que somos mais evoluídos que os povos de 2000 anos atrás, mas quando um homem acha que uma mulher é obrigada a aceitar e a gostar de seus avanços sexuais ele está agindo exatamente como os velhos senhores feudais e velhos feitores de escravos que viam outros seres humanos como objetos para seu entretenimento, prazer e lucro.

O feminismo, sem radicalismo e extremismos, é um entre os muitos modos de lutar por um mundo melhor.

Dizer a um homem: “Não me toque contra a minha vontade.” “Não sou seu brinquedo.” “Não sou obrigada a sentir atração por você só porque você sente por mim.” não é odiar os homens. É livre arbítrio e isso foi o primeiro presente que Deus nos deu como seus filhos.

Se queremos superar a ideia de primeiro e terceiro mundo, de país desenvolvidos e sub desenvolvidos precisamos começar a superar o ódio as diferença que há entre nós e por fim a essa queda de braço entre os sexos. O amor ao próximo não escolhe masculino ou feminino, é amor e pronto. Nós humanos que criamos lugares sociais para os “eus” masculino e feminino, o que pode ter sido uma necessidade evolutiva nos primórdios da civilização, mas agora é hora de repensar.

Tratar os agressores como sedutores insistentes ou desajeitados é no mínimo risível. Não há nada de “desajeitado” num produtor poderoso aparecer nu para uma atriz e querer receber uma massagem. O que há de “sedução insistente” num cara bloquear uma colega de sair do quarto dele e forçá-la a vê-lo se masturbar? Qual parte de “aprenda a aceitar um ‘não'” esses homens que “insistem na sedução” não entendem?

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Precisamos urgente que esse comportamento abusivo seja visto como realmente é. Não queremos homens assim em nossa vidas.

A colunista Danuza Leão escreveu outra de suas besteiras fenomenais. Disse: “Espero que essa moda de denúncia contra assédio sexual não chegue ao Brasil. O que aconteceu no Globo de Ouro me pareceu um grande funeral. Apesar dos vestidos lindíssimos, acho que aquelas mulheres (que foram à cerimônia de preto) foram muito pouco paqueradas e voltaram sozinhas para casa”. De novo a ideia fixa de tachar quem denuncia de mal-amada!
Conhecida por seus textos elitistas, Danuza teve a ousadia de escrever: “É ótimo passar em frente a uma obra e receber um elogio. Sou desse tempo. Acho que toda mulher deveria ser assediada pelo menos três vezes por semana para ser feliz.
Dizer que é bom “receber elogios na rua” é algo de alguém que não sai para trabalhar todos dos dias de transporte coletivo. Que nunca sentiu constrangida ou acuada no caminho para o trabalho ou para a escola ou nunca teve medo, mesmo estando de camiseta e calça jeans de ser abusado por um dos caras que grita obscenidades do outro lado da rua. Quem vive no mundo real sabe o quanto isso é incomodo e invasivo.
Para mim felicidade é ser respeitada no meu caminho para o trabalho e do trabalho para casa. É poder sentar em um banco de praça a qualquer hora do dia sem ter receio de que algo me ocorra por estar sozinha lendo um livro ou apenas matando o tempo. Se precisar pegar um ônibus não ser encochada ou molestada. Não precisar olhar de cara feia quando um estranho se aproxima demais e de forma suspeita. Em um mundo em que assedio é sim definido como violação e que as pessoas se respeitam não precisaria estar sempre preocupada quando andar sozinha na rua e aparecer um homem estranho caminhando atrás de mim. No mundo de hoje queremos ver o diabo, mas não queremos estar em uma rua vazia ou um corredor isolado com um homem. Ver o outro como um potencial abusador é triste e é isso que queremos evitar quando expomos os calhordas.
Denunciar é  necessário para separar o joio do trigo. Não estamos declarando guerra a masculinidade, mas reconhecendo que existem homens de bem e homens cretinos. Aliás, acredito que um homem que tenha plena consciência de sua masculinidade e que não tenha problemas de autoafirmação não precisa assediar nem forçar uma mulher a nada, nem se sente diminuído quando é recusado afinal a rejeição faz parte da vida. Não se pode ter tudo sempre.
Minhas opiniões

Assédio ou Cantada?Homens não podem mais Flertar?

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O horizonte é mais vasto e a vida mais agradável para aqueles que respeitam ao próximo independente de cor, sexo, cargo ou classe socioeconômica. O respeito ao próximo nos define e nos eleva além da mesquinhez do mundo.

Com a visibilidade que algumas famosas deram ao velho problema do assédio começamos a andar em um terreno nebuloso. Qual a diferença de uma cantada para o assédio? Homens não podem mais Flertar?

Vamos aos fatos, cantadas são incomodas, desagradáveis e muitas vezes vulgares. Não fazem uma mulher sentir-se bem, não é um elogio e E São MUITO DIFERENTE DE FLERTAR.

Ao contrário do que muitos homens gostam de dizer por aí, a maioria de nós, mulheres, não se sente prestigiada ou enaltecida ao ser assediada na rua por um sujeito que ela não conhece e, tampouco, tem a intenção de conhecer e muito menos por um colega de trabalho ou um chefe. Isso nos deixa tristes, fere nossa integridade e nos faz pensar – “Que homem nojento.”

Por mais incrível que pareça NÃO NOS VESTIMOS PARA AGRADAR AOS DESEJOS SEXUAIS DOS HOMENS, por isso não nos interessa quais são suas opiniões ou desejos diante de nossos corpos, simplesmente, porque não somos corpos, somos pessoas, que possuem sentimentos e, também, medos. E um dos medos constante na mente de qualquer mulher é o abuso sexual, que pode começar com uma aparentemente inofensiva “cantada”

Para a maioria de nós, escolher o que vestir é pensar – Estarei confortável para a tarefa que vou desempenhar no trabalho? Terei mobilidade? Sentirei Calor ou Frio? Gosto da pessoa que vejo no espelho? Só muito depois disso vem “O que vão pensar dessa roupa?” e muitas de nós nem pensamos nessa ultima pergunta. A vida tem demandas muito mais urgentes do que preocupar-se todos os dias com o que pensam das nossas roupas.

Vamos por partes e dividir as três coisas que nomeiam o post

Flertar:

Claro que homens podem flertar. Não há  nada de mal ou errado nisso, o problema começa onde acaba o respeito ao espaço e a integridade do outro. Lembrando que flertar não é e nem deve ser entedio como pressionar a mulher a querer algo.

Flertar é começar uma conversa, tentar conhecer o outro. Tentar chamar a atenção positivamente para si mesmo seja para um encontro de uma noite ou na busca de um parceiro para a vida toda. Ou seja, quando um casal flerta estão tentando compreender um ao outro, estabelecendo limites seja por meio da comunicação verbal seja pela linguagem corporal. Afinal nos comunicamos não apenas com palavras. Um gesto, um olhar podem indicar tão bem quanto palavras quando estamos confortáveis ou não com a situação. A situação deixa de ser saudável quando uma das partes finge não entender uma negativa ou um pedido para ir mais devagar.

Flertar e saudável e faz parte do comportamento humano social e parte do mecanismo que aproxima homens e mulheres e não vale só para solteiros em busca de alguém, mas casais que se amam e respeitam ainda flertam no conforto do lar renovando a afeição mútua, saem juntos, se namoram.

Assédio 

26731174_1788207657919881_939689259742283760_nO assédio é uma forma de violência que pode ocorrer de três formas: ASSÉDIO MORAL, ASSÉDIO SEXUAL, E A JUNÇÃO DOS DOIS.

É violência porque viola o espaço físico e emocional do assediado. Não respeita recusas ou negativas constrangendo o assediado e chegando a criar situações humilhantes, seja em particular, e/ou ambiente de trabalho, ou familiar, ou social, ou nas redes sociais, na rua, teatros, cinemas, ônibus, trens…. na praia…

O assedio é um crime difícil de ser apurado  porque joga com as posições de poder – chefe/empregado, professor/aluno, homem/mulher. Quase sempre aquele em posição socialmente mais fraca acaba sofrendo duplamente pois além do assedio é culpabilizado tendo sua identidade e caráter questionados a todo momento. (Foi assediado porque vestia assim, foi assediado porque trabalha em ambiente masculino, foi assediado porque é jovem, porque deu moral, porque é solteira….)

Cantada 

Existem dois tipos básicos. – A cantada idiota do cara que não sabe flertar, e a cantada machista é uma forma de assedio verbal.

Veja alguns exemplos e diga nos comentários se gostaria de ser abordada com uma dessas.

“Você não é um pescoço, mas mexeu com a minha cabeça!”

“Não sou traficante, mas eu quero a sua boca.”.

“Estou realizando uma campanha de doação de órgãos! Você não quer doar o seu coração pra mim, não?”.

“Gata, o seu nome é Tamara, não é?” (Espere a resposta e certifique-se de que o nome da moça não seja Tamara) “Porque você TAMARAvilhosa!”.

“Nossa, você não usa calcinha, você usa um verdadeiro porta-joias!”.

“Gata, você é tão linda que não caga, lança bombom!”.

“Se você fosse um lanche dessa lanchonete o seu nome ia ser X-Pincesa”

“Gata, me chama de demônio e deixe q eu te possua.”.

“gatinha, se você ficar comigo nunca vai ter que pegar na enxada, só vai ter que fazer amor comigo da manhã até a madrugada.”

“gatinha, se beleza nascesse em ovo, você seria a dona da granja”