coisas que acho legais

Sintomas

Nosso país desta doente. A doença chama desamor. Quando nossos curadores são tão caros que as pessoas comuns passam a não ter acesso à saúde podemos dizer que a alma da nação está doente.

Elitizamos algumas profissões, e o que devia ser o respeito natural a uma profissão exigente transforma-se em um abismo e desumaniza a reação entre as duas pontas da equação.

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Parques da cidade e qualidade de vida

Você que mora em Goiânia conhece nossa cidade? sabe quantos parques nós temos? Quantas vezes você se deu ao trabalho de sair de casa no final de semana para usufruir um pouquinho desses parques?

Eu já conhecia alguns parques como Parque Flamboyant que fica relativamente perto da minha casa, o Parque Vaca Brava, Parque Areião, foi minha primeira visita ao Parque Bernardo Elis.

Poder desfrutar desses momentos com os amigos me faz pensar sobre a questão da qualidade de vida. Quantas vezes deixamos de aproveitar um final de semana fechados em casa porque não temos dinheiro o porque não sabemos o que fazer pra nos divertir tão cansados que nós estamos trabalho cotidiano?

Acredito que parques são uma ótima opção de lazer e relaxamento até de antiestresse.

As fotos abaixo são minhas e de alguns colegas que estiveram comigo no encontro do #clickcoletivogoiania, aproveitando o Parque Bernardo Elis.

Nesses momentos de lazer mas sempre acabamos refletindo também sobre a questão da responsabilidade. Para usufruir de um lugar maravilhoso desse nós também temos que ter consciência de manter conservação desses parques.

Ser educado não custa nada, não arrancar flores, não depredar bancos, se for passear com o cachorro 🐕 levar uma sacolinha para recolher os 💩💩💩. Gente educada faz moda cidade melhor e mais agradável de se viver.

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O QUE SIGNIFICA SER MÃE um texto inspirado no livro A Incrivel Verdade Sobre as Mães de Bradley Trevor Greive

Olhando no dicionário a definição de mãe é “Fêmea de animal que teve crias ou oferece proteção ao filhote que não é seu”. Uma definição simples, que não faz jus a missão que é atribuída a essa fêmea em questão. A sementinha plantada vira um grande fruto que esmaga órgãos, revira o estômago, faz comer tijolo, e quando nasce, tira o sono e as forças da mulher.

 A primeira palavra que define uma mãe é a palavra FORÇA. É um trabalho de Hércules colocar uma criança no mundo. Não é aquela maravilha de 46 segundos como a novela da 7 mostra. E é um trabalho de Hércules para amamentar, porque é difícil, dolorido e dependendo do lugar, até perigoso, porque o ser humano é o único animal que recrimina uma fêmea que está amamentando o seu filhote.

 A segunda palavra que define uma mãe é PACIÊNCIA. É difícil educar um serzinho que está sobre a sua responsabilidade encarnatória. E é mais difícil escutar os palpites de quem acha que conhece os filhotes mais que a própria mãe. “Dá uns tapas que resolve”, “põe de castigo que ajuda” “você é muito mole” e blábláblá. Ouvido de mãe é um penico muito grande.

 Mais uma palavra que define uma mãe é DESPRENDIMENTO. Quando se torna mãe, a mulher deixa de ter tempo para si, deixa de ter privacidade, e, acreditem, deixa de ter nome. Passa a ser apenas a mãe do fulano, a mãe da fulana. Ir no cinema sozinha? Hahaha! Ir em um restaurante então…

A próxima palavra que define uma mãe é VERSATILIDADE. Mae tem que ser multitarefa. Mãe é professora, motorista, juíza, chef de cozinha, malabarista, faxineira, cabelereira e principalmente, caixa eletrônico.

EQUILIBRIO é outra palavra que define uma mãe. Porque a mãe quase nunca é só mãe. Tem que dar conta do trabalho, da carreira profissional, e da vida matrimonial. Tudo isso com o filhote a tiracolo pedindo ajuda para terminar um trabalho que ele esqueceu que tinha que entregar amanhã cedo.

Pensando bem, não é possível usar uma palavra para definir uma mãe. Uma definição de alguma coisa é uma explicação e uma limitação, e limitada uma mãe não é e nunca será.

Ser mãe se resume em e se expande de uma palavra: AMOR.

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Conhecereis a MINHA verdade e ela vos libertará (Texto produzido em abril de 2017 para a disciplina de Leitura e Produção de Textos do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Goiás)

O mundo passa por uma das maiores sacudidas que se tem história (pelo menos para minha breve fração de 28 anos de história)! Revoluções sociais, luta por direitos, pessoas com acesso cada vez mais a informação e à internet. Esses e vários outros motivos levaram pessoas que antes estavam sem voz se fizessem ouvir. A democracia digital que o mundo experimenta mostra a força de grupos que antes estavam nas sombras, por falta de representatividade, por medo ou por pura conveniência. E não só grupos, já que alguns de nós fica por horas assistindo um youtuber dizer o que pensa e arrebanhar milhões de seguidores em suas redes sociais. Mas o que acontece quando muita gente fala de uma vez? Parece uma pergunta até besta mas, e se levarmos em consideração todo o cenário atual de guerra de egos, ataque a posições políticas, discriminação explícita de artistas negros, etc.? A solução parece ter vindo para gerar um novo dilema: se eu quero me fazer ouvir, mas não quero críticas à minha visão, eu só preciso não deixar o outro se manifestar!

A lógica não poderia ser mais simples: quem fala o que quer, ouve o que não quer, a não ser que não deixe o outro falar. Mas não é só tapar a boca ou quebrar os dedos do seu interlocutor para que ele não demonstre uma opinião contraria. Deve se além de tudo desacreditar, difamar e até agredir verbalmente (ou não) qualquer um que não compactue com sua visão. Antigamente eu entrava no Facebook e achava um máximo todas as pessoas serem politicamente ativas, com opiniões fortes e incisivas sobre os problemas do mundo. Apesar de ter várias opiniões que eu não compactuava, eu me sentia um máximo pelos meus amigos tão pensantes. Depois de um tempo (especificamente 2013, a época dos protestos contra a copa e 2014, a reeleição da Dilma) a coisa tomou um caminho que particularmente eu acho que é a nova ditadura; opiniões antes carregadas de inteligência foram dando espaço a sensos comuns que são repetidos como dogmas intrincados; pessoas vistas como diferentes são perigosas ou extremamente burras; discussões deram espaço à quebra-paus e arranca-rabos de deixar o Ratinho constrangido.

Mas porque isso acontece?  Pedro Burgos, jornalista e autor do livro Conecte ao Que Importa – Um Manual Para a Vida Digital Saudável dá uma pista em um artigo à revista Super Interessante:

“… a discussão desanda quando se atribui falta de valores morais às soluções dos opositores. Quando você justifica uma opinião contrária a sua como mera falha de caráter do outro debatedor, fica tudo mais fácil. Discordar com razoabilidade sobre um problema, afinal, é uma tarefa mentalmente custosa. É preciso pesar os prós e contras de cada solução, argumentar em favor da sua proposta, e ceder até que exista um meio do caminho viável.” (Burgos 2017).

Ou seja, para se criticar deve se pensar como e porque o outro se posiciona daquela forma, o que se deu em sua trajetória para que o pensamento e as ações o levassem a pensar como ele pensa. Mas é muito mais fácil colocar um chapéu de burro na pessoa e avacalhar até não ter mais pra onde. Não se dão a oportunidade de conhecer o outro lado da história. Se algumas pessoas parassem para ouvir, saberiam que as pessoas não votam no Lula por serem “burras”, não votam no Bolsonaro por serem “nazistas”, não são homossexuais por “falta de vergonha”, não são contra o aborto por serem “bitoladas” nem são “assassinas” por serem a favor, e que feministas não são “piranhas mal comidas” e que evangélicos não são “mercenários” etc., etc., etc…. Para encerrar só gostaria de deixar meu recado: pense antes de falar e escute o que o outro fala. Alguns pensamentos que sempre tive foram descarga abaixo quando me dispus a ouvir sem julgar. E isso não foi ruim. Algumas ideias precisam morrer para que outras possam vir. E já teve vezes em que minha opinião ajudou na reconstrução da ideia de outra pessoa também. E isso foi gratificante também. E a palavra de ouro desse texto é reconstrução. Pois é muito fácil querer destruir uma visão de mundo de uma pessoa, mas é bem melhor para o mundo se a gente se propor a colocar alguma coisa mais valorosa no lugar.

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Ministério da Saúde decide abolir o uso do termo ‘violência obstétrica’

Ministério da Saúde decide abolir o uso do termo ‘violência obstétrica’

Ministério da Saúde decide abolir o uso do termo ‘violência obstétrica’
— Ler em capricho.abril.com.br/vida-real/ministerio-da-saude-decide-abolir-o-uso-do-termo-violencia-obstetrica/

Isso reflete nossa tendência de suavizar termos em lugar de resolver o problema. A simples proposta da mudança do termo “violência obstétrica” para qualquer outro EUFEMISMO é uma VIOLÊNCIA