Game of Thrones hoje é uma das minhas séries preferidas.
Não acho que as pessoas se identifiquem com a série pela violência em si, mas por a série expressar os problemas morais que enfrentamos desde o surgimento das primeiras sociedades e a série o faz de forma crua e brutal.
Vivemos em especial no Brasil um momento em que os interesses sociais e os interesses pessoais dos políticos estão em conflito. Temos dezenas de Mindinhos, Joffrey Baratheon e Cercei, estamos carentes de pessoas integras e aspiramos por pessoas com o senso moral dos Stark.

REPÚBLICA BANANA PEOPLE

“Se fosse simplesmente uma luta entre bem e o mal, em que há heróis e vilões, não seria tão apaixonante”, diz quem sabe tudo sobre “A Guerra dos Tronos”.

Sandor Clegane, "O Cão de Caça", é uma das personagens mais mortíferas (e mais odiadas e porventura mais respeitadas)
Sandor Clegane, “O Cão de Caça”, é uma das personagens mais mortíferas (e mais odiadas e porventura mais respeitadas)
SyFy Portugal

Não é totalmente verdade, mas é quase: morrem todos em “A Guerra dos Tronos”. Foi assim num inesperado nono episódio da terceira série, onde uma das personagens principais e destinada a liderar um mundo melhor – Robb Stark – foi assassinada num jantar de casamento. E com ele morreram a mãe e a mulher, que estava grávida (e não há pudor a filmar os homicídios).

Duas das âncoras da série – Stark e a mãe – desapareceram friamente numa boda bizarra. Como outros antes deles e mais depois, os argumentistas mataram-nos em vez de os pouparem. Há até expressão para…

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