Acredito que o caminho para um governo mais justo seja de fato a democracia. Mas a verdadeira democracia na qual temos o direito de escolher entre candidatos idôneos e conscientes de que governar não é servir aos próprios interesses, mas trabalhar pelo bem comum.
Neste sentido nós – BRASIL – Ainda não somos uma verdadeira democracia.
Quando tantos ainda lutam pelo direito ao voto nós subvertemos a ideia, transformamos em uma obrigação alienando nossa população com relação a importância e o poder do voto. É hora de nós também lutarmos por democracia exercendo nosso direito/dever de forma consciente. – Manifesto que sou a favor de anular o voto quando não nos sentirmos representados por nenhum dos candidatos apresentados. Votar não é só colocar um numero na urna e ir para casa seguir a vida, é escolher um candidato que você acredita que vai cumprir as propostas feitas. Anular o voto é a única forma segura de dizer a todos os candidatos do pleito que não confiamos neles e dizer aos partidos que exigimos opções mais honestas.
O voto nulo é o único que pode anular uma eleição fazendo com que novos candidatos sejam escolhidos.
O voto em branco é com assinar um cheque e entregar a primeira pessoa que passar na rua para ela fazer o que quiser.
Votar em pessoas como Tiririca ou palhaço fulano de tal não é voto de protesto porque fortalece a chapa do partido e permite que outros que você nem sabe o nome também sejam eleitos, e pior, sem nenhum compromisso com a população.
Votar só no partido – sem escolher candidato – É a mesma coisa do voto em branco.

REPÚBLICA BANANA PEOPLE

Salwa Bugaighis foi assassinada por cinco homens armados e encapuzados que invadiram sua residência em BenghaziA advogada Salwa Bugaighis teve participação ativa na transição política na Líbia após a queda de Gaddafi – ABDULLAH DOMA / AFP

BENGHAZI — Como num dia comum de votação, a ativista Salwa Bugaighis, de 48 anos, foi às urnas pela manhã nesta quinta-feira para participar das eleições parlamentares em Benghazi, na Líbia. Postou fotos e declarações na sua conta do Facebook e chegou a dar entrevistas sobre confrontos locais a uma rede de TV. Uma das líderes da revolução que derrubou Muamar Kadafi em 2011, a advogada e feminista havia deixado o país depois de diversas ameaças, mas voltou para participar do pleito. À tarde, foi morta por cinco homens armados, encapuzados e vestidos com uniformes militares, dentro da casa onde a família morava.

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