Faz um bom tempo que falei aqui da série “A torre negra” de Stephen King.  Na época eu estava gostando muito da leitura. Foi assim até por volta do terceiro livro. Como sou uma leitora compulsiva, mal terminava um e começava o próximo, mas a história foi se esvaziando. Acho que terminei a seria por um misto de curiosidade e teimosia. O destino e reviravoltas de alguns personagens como Jake e o filho de Roland foram bem decepcionantes e colocaram o autor na minha lista negra. Ou seja – assim como ocorre com  Paulo Coelho e Dan Brown – eu não tenho a menor vontade de ler mais nada do autor.  Cheguei a ter em mãos “Saco de Ossos” e nem abri.
Para os adoradores do “mago” e do autor de Código da Vince” tudo que estes autores escrevem é incrivelmente semelhante. Veja o caso de “Brida” e “Verônica decide morrer” as personagens são quase idênticas, há sérios problemas na estrutura narrativa a partir da segunda página e masturbação é quase oxigênio. 
No caso de “Código da Vince” e “Anjos e Demônios”  as obras são quase idênticas. Muda a quantidade de páginas o nome da mocinha e do vilão. A estrutura parece mais um roteiro de cinema americano que um romance. Além de roubar a pesquisa feita para o livro “A Demanda do Santo Graau” e copiar trechos de “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” – este de Saramago que é muito mais interessante.

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