Acabo de ler este artigo no Mega Curioso e achei que valia muito a pena compartilhar. Isso porque vivemos imerso no discurso de gênero – menino isso / menina aquilo e assim limitamos nossas crianças com preconceitos descabidos.

Pessoalmente não acredito que rosa seja cor de menina – dependendo do tom da pele e do porte do homem dá para ficar sexy de camisa rosa.

Não acredito que azul seja cor de menino. – Cores são cores e pronto. Nós que atribuímos significados relativos a gênero e orientação sexual. Ou seja – somos pai e mãe do preconceito.

Não acredito que exista brincadeira de menino e brincadeira de menina – se o garoto quer pular corda e a menina curte carrinho de rolimã o skate isso não é sinal de homossexualidade.

Conheço homossexuais que gostam de se vestir de homem/homem e nunca curtiram bonecas, maquiagem ou outras frescuras e conheço lésbicas que amam se vestir de menininhas e gostam da companheira mega arrumada. E aí?

 

1 – Rosa é “cor de menina”

Hoje, quando uma mulher engravida, as roupinhas do bebê começam a ser compradas depois que ela sabe se terá uma filha ou um filho. Se for menina, tudo cor-de-rosa. Se for menino, tudo azul. E a criança nasce literalmente vestida em mais um estereótipo.

Essa preocupação, ainda que não nos soe nada estranha, é algo totalmente recente. Ao que tudo indica, foi nos anos de 1910 que o padrão de cor para meninos e cor para meninas foi estipulado – e ele era o oposto do que existe hoje.

Um editorial publicado em 1918 deixa isso bem claro: “Tem havido muita divergência de opiniões sobre o assunto, mas a regra geralmente aceita é a de que rosa é para o menino e azul para a menina. O motivo é que o rosa, como uma cor mais decidida e mais forte é ideal para o menino; enquanto que o azul, que é mais delicado e elegante, é mais bonito para a menina”.

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4 – Os estereótipos sobre homossexualidade também mudam

Em resumo: gays são homens que se envolvem afetivamente e sexualmente com outros homens. Lésbicas são mulheres que se envolvem afetivamente e sexualmente com outras mulheres. A grande questão aqui parece ser entender como uma questão de afeto e sexo passou a ser relacionada com características físicas e gostos pessoais, que são dois dos fatores que criam a identidade única de cada indivíduo.

Durante o Renascimento, no entanto, os estereótipos eram diferentes. Sabe quais eram os homens considerados mais másculos naquela época? Os bissexuais. E na década de 1930, as mulheres que “agiam como homens” eram consideradas prostitutas, no sentido mais pejorativo possível da palavra.

A noção de que homens e mulheres homossexuais são pessoas diferentes só começou a ser disseminada por volta de 1860.

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leia mais http://www.megacurioso.com.br/historia-e-geografia/85227-5-estereotipos-de-genero-que-ja-foram-vistos-de-maneiras-bem-diferentes.htm

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