SER CHIQUE SEMPRE – GLÓRIA KALIL

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos
dias de hoje.A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas.

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Fonte: SER CHIQUE SEMPRE – GLÓRIA KALIL

 

E digo mais, conheço pessoas que conseguem ser elegantes transitando entre peças caríssimas e peças de feira sem o menor preconceito.

Acredito que ter elegância e ser “chique” tem muito mais haver com a postura que do que com a roupa que se veste. Nisso entra auto estima para não andar encurvado, amor próprio para não ficar olhando os próprios pés enquanto anda, consciência do próprio corpo para não travar os quadris nem ter passos vacilantes.

Ser “chique” é para pessoas que se amam e se respeitam, porque elas transitam pelos modismos sem perder a personalidade, sem virar uma estranha boneca de vitrine – porque o que fica legal em uma super modelo ou em um manequim nem sempre combina com o corpo desta ou daquela pessoa ou com a personalidade.

Ser “Chique” pode se com roupas caríssimas, mas pode ser com roupas baratinhas. Já comprei vestidos de 500 reais que me fizeram sentir uma pamonha mal amarrada e já tive vestidinhos de feira que custaram 40 reais que me renderam mais elogios que as peças de “marca”.

Ser “chique” não é algo que está no fundo do guarda roupas, está no estado de espírito. Vestir-se bem está muitos mais ligado com a auto imagem que temos de nós mesmos que com as roupas em si.

Uma mulher que busca chamar a atenção com decotes ousados certamente vê a si mesma, e tem uma relação com o próprio corpo  sexualidade diferente de uma mulher que gosta de roupas mais discretas ou de uma mulher que busca estilos étnicos, etc… o que determina se estas mulheres são “chiques” ou vulgares” é o quanto esta relação entre a visão de si mesma e o amor próprio está em equilíbrio.

Uma visão distorcida de si mesma que busca atrair atenção a todo custo (consciente ou inconscientemente) que vai gerar um visual escalafobético, ou infantilizado, ou “vulgar” (considero o vulgar como uma forma desequilibrada do feminino/sensual).

Nos vestimos de acordo com o que pensamos de nós mesmas, roupas e maquiagem são como pistas de quem somos e de quem desejamos ser, então quando alguém me fala que quer dar um up no visual eu entendo – preciso reinventar a mim mesma porque algo não está funcionando bem e acho esse reinventar-se sempre saudável porque abre possibilidades.

Uma mulher que se reinventa é uma mulher que está ativa, que está em busca de oportunidades de crescimento e seu visual acompanha estas mudanças. Por isso dizemos que quando uma mulher está feliz afetiva e profissionalmente que ela fica mais bonita. Isso ocorre porque ela caminha com mais segurança e se vê com mais clareza que uma mulher carente que se veste em busca de atenção ou uma mulher deprimida que se veste sem olhar para si mesma.

Elegância não está no preço que que você veste (embora poder investir sempre ajude kkkk), mas sim no porque se veste uma vez que os motivos determinam o como nos apresentamos para nós mesmas e para o mundo.

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