Vale a pena estudar o que aconteceu lá, ajudaria a rever muitas coisas no nosso painel politico econômico. Precisamos começar a rever como enxergamos nossas politicas públicas e nossos políticos de carreira. Precismos começar a tratar cargos como prefeito, governador, deputado, senador, ministro – não como casata superior, não como uma elite intocável, mas como servidores públicos com deveres para com a população antes de tudo. Devemos começar a ver cada ato deles como cumprimento do dever e não como favor. Eles são pagos para servir o povo, mas em nosso país – pai da inversão de valores – nós quem temos sido os servos pagando altos salários a eles e vivendo de esmolas, restos da agricultura, restos da industria já que o melhor de nossos produtos vai para o mercado externo. Nossa crise é na verdade a consequência dos valores invertidos que saqueiam o mercado interno e enaltecem o mercado externo.
Somos servos de uma casta que finge de democracia, age com populismo e protege os grandes produtores, grandes empresários, grandes industriais e sufoca até o limite os pequenos produtores, pequenos empreendedores e o cidadão comum. Vivemos um regime de escravidão sem correntes aparentes, uma prisão sem muros da qual não conseguimos escapar pois toda tentativa bem sucedida de reduzir as desigualdades e aquecer o mercado interno é sufocada por Aécios, Temers, Cunhas etc

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