Coronéis e charlatões semeiam no inverno as velhas misérias

Caneta e café

“Existimos com o ser, e o que usamos, é o vazio do ser.” (Lao-Tzu – IV a.C)

Por Antônio Lopes

A carência de reflexão reafirma a banalização dos dias. Desde já, o futuro, se é que ainda há tempo, é lacuna na bola de cristal ou planeta. A sociedade (des) organizada veste-se na nudez acobertada por meias verdades – névoa de corrupção endêmica e corruptível, conjuntural. Pobre, o momento retrata (i) responsabilidade para com nossos contemporâneos, netos e tataranetos. Difícil uma resposta decente, a referência político-histórica será capaz de traduzir o rumo sem rumo do timão e cerne ontológico de uma coletividade relativizada? Relegado à latrina ideológica do poder/não poder de outono todo um País que não prevê nem se organiza para enfrentar o inverno. Em tempos de crise nada alcança maior significado que a metáfora, e, segundo Coelho: “Na linguagem do mundo tudo faz sentido, até mesmo o voo…

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