Vale a pena ler o texto na integra. Basta clicar no link no fim do post.

Minha opinião – não tenho filhos, nem me vejo sendo mãe, mas acredito sim que creches nas universidades sejam necessárias.

Como professora já tive alunas mães e sei bem como é complicado adequar as duas coisas. Sei como é alto o índice de desistência de mulheres que toraram-se mães. Isso é em todos os níveis educacionais – do nível médio ao doutorado – a maior parte das mães por falta de ter com quem deixar os filhos abandona a escola/faculdade, e depois de 3 a 4 anos fica muito difícil voltar, a maioria se convence de que não servia mesmo para o estudo, abandona sonhos de carreira, aceita subempregos e há muitos casos de jovens mães que aceitam maus tratos físicos e emocionais, abudos que chegam a atingir a criança por se acharem sem saída e incapazes de voltar a estudar e/ou ter uma profissão por ter um filho.

Post que me fez pensar um pouco mais no assunto:

Carolina Unzette é repórter da J. Press, agência do Jornalismo Júnior da ECA-USP. Ela fez esta excelente reportagem como parte de um especial sobre a greve que está ocorrendo na universidade. Ela escreveu esta reportagem sobre estudantes da USP que são mães. Como a pauta para que as universidades tenham creches é de todas as feministas, pedi…

via “CRECHES NÃO ESTÃO RECEBENDO MAIS CRIANÇAS” — Escreva Lola Escreva

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