Faz a gente pensar se nossa vida está dentro de alguma louca teoria da conspiração na qual somos apenas meros figurantes – massa de manobra sem grande importância individual no plano geral das coisas e por tanto dispensáveis como foram um dia os escravos nas grandes lavouras de cana e café. Valiam pela quantidade e pelo serviço prestado, mas nunca individualmente, nunca como pessoas, como seres pensantes e sencientes

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