Na minha adolescência eu adorava a personagem teimosa, romântica e chorona que sonhava com um grande amor que transcendia as suas encarnações.

Gostava da ideia da amizade sincera e da lealdade que permeava tanto o anime quanto o mangá.

Hoje – protesto veementemente contra a ideia de casar como grande realização da vida de uma mulher, e quando revejo esta linda personagem eu me pergunto se ela de fato representava esse ideal ou partia dele para ser algo mais uma vez que ela quem de fato salvava o dia e seu amado príncipe no fim era mais um figurante dependendo de sua força que de fato um herói.

Ainda hoje – sou apaixonada pela delicadeza dos traços desde mangá. Mangá que baixei a duras penas na era da internet discada, as vezes só conseguia visualizar uma página por dia e olhe lá. Ficava ansiosa porque o mangá era mais lindo que o anime, as personagens mais interessantes e as tramas mais densas.

O anime excluiu temas como o homossexualismo masculino e feminino, as reflexões a cerca de vida e morte, sexualidade, sobre velhice e mesmo sobre solidão.Mesmo o papel da mulher chega a ser questionado, já que é ela quem toma a iniciativa na maior parte das vezes, é ela quem de fato luta pelo que acredita…

Havia muita delicadeza ao tratar de temas que ainda hoje são polêmicos.

Oi gente, tudo bem? Mês passado eu terminei de ler um clássico que fez parte da infância de muita gente em sua versão animada: Sailor Moon!😀 E hoje eu conto pra vocês o que achei desse mangá! Sinopse: Usagi é uma ginasial de 14 anos. Como muitas meninas de sua idade, é desastrada, distraída e um […]

via Resenha: Sailor Moon – Naoko Takeuchi — Infinitas Vidas

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