Lira solitária das rosáceas de fogo 

O que me corrói e a inexorável certeza de que morrerei só 
Embora tenha um coração, ele segue tristemente vazio 

Minha alma – um lago de águas escuras – entre o azul safira e o verde esmeralda – canta a solidão 

Solidão sem médidas – sem limites – sem cor 

Amar – sonho distante – como uma outra vida que jamais me pertenceu 

Afinal que sei eu de amor ?

Que sei eu de companheirismo?

Que sei eu de amizade ?

Tudo que conheço é o desejo sofrego de minha alma vazia. 

Alma vasta – de cores e Sons que dançam para a lua nas horas mortas da noite 

Alma nua – solta na noite 

Alma vasta que arde e se consome em chamas nascidas nas rosáceas solitárias e mortas com o grito agonizante da fria solidão 

Morrerei só

Fria 

Vazia 

Vivo só 

Repleta de sonhos mortos 

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