Se houvesse Alívio na morte a receberia docemente como um amigo ou amante 

Mas não existe alívio 

Existe o vazio

A solidão 

A incerteza 

A fé 

A falta de fé 

A verdade – ??

Não sei nada sobre verdade alguma 

Sei de mim – que sou o que não quero ser 

Existo sem saber porque 

Existo com o peito e alma vazios 

Dia a dia 

Sem entender que valor tem este existir Para o universo 

Vendo estrelas distantes 

Mundos – e mundos 

Nada faz sentido de verdade – que somos nesta terra ?????- vivendo de ferir nossos semelhantes 

Existindo na míseria alheia 

Fechando os olhos ao sofrer dos outros 

Tão pequenos e cegos 

Donos de verdades que não são nossas 

Ignorasntes de qualquer verdade cósmica 

Estou fazia de desejo 

De amor 

De vida 

De mim mesma 

Quisera ser estrela 

Mas sou apenas sombra e solidão

Quisera ser amada – sem saber amar 

Conheço a beleza das palavras e anda sim não consigo fazer delas meu instrumento

Elas – as palavras – dançam, torcem- me, encantam -me , dilaceram me a alma – esvaziam- me dia a dia 

Queria Enche-las de amor – roubam-me cada gota de sentimento e fica apenas este no – este vazio – este eu – este desejo de não ser 

De desfazer-me em névoa e Bruma

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