Projeto Rapunzel V – Não desistir dos meus cachinhos quarta-feira, ago 9 2017 

Depois de tanto tempo falando de politica, violência contra a mulher etc… chegou a hora de descontrair um pouco. Tem uma era que não falo dos meus amados cabelos. kkkk

Como eu disse algumas vezes – falar de cabelo não é mera futilidade, tem haver com auto-estima, auto aceitação, amor próprio… O fato de tantas mulheres estarem em guerra com suas madeixas tanto quanto com seus corpos mostra o quanto somos movidos pela necessidade de aceitação em nossos grupos sociais.

Vemos essa necessidade de aceitação em um padrão preestabelecido de beleza e feminilidade quando observamos na rua “Qual biotipo predomina?” “Quais os procedimentos de salão que mais são feitos?” – acertou se disse que predominam as luzes louras/alouradas e as progressivas.

Para muitas mulheres hoje o ato de retornar aos cabelos naturais (seja na textura e/ou na cor) figura como um ato de rebeldia contra o padrão preestabelecido de beleza. Se a mulher for negra (em todas as nuances que nossa miscigenação permite) então torna-se muito mais significativo, porque é um resgate de ascendência.

No meu caso o retorno a textura natural dos cabelos foi tanto por estar insatisfeita com essa estranha padronização em que todas somos louras quase platinadas e lisas quanto pelo fato de eu ter finalmente detonado meu cabelo com tantas químicas.  Lembro bem de uma tarde que tirei foto com 4 amigas e todas tínhamos o mesmo tom de louro liso, sendo que somos diferentes em gostos, personalidade, tom de pele e apesar das nossas maravilhosas diferenças estávamos parecendo barbies em uma prateleira. Embora tenha nascido loura – meu cabelo até poucos anos atrás era natural –

20160313_190946000_iOSA ideia original era postar uma vez ao mês o crescimento, mas quem tem cabelos cacheados sabe que a coisa não é tao simples assim. A ultima vez que minha linda juba viu uma tesoura foi em janeiro deste ano conforme post anterior: Projeto Rapunzel – Ultimo corte do ano! 

Foi um choque ficar com esse cabelo curtíssimo. Isso por que sempre gostei de cabelo comprido e o mais curto que ousei cortar foi pouco a cima da altura do ombro. Como disse algumas vezes foi assustador e libertador ao mesmo tempo. Descobri que os cachos são mais fáceis de cuidar que o cabelo alisado. Menos gasto com salão, não preciso ficar preocupada de ficar com as pontas espigadas, esticadas, estranhas, ou ficar oleoso a ponto de fritar um ovo na testa, nada mais de ficar passando chapinha pela manhã para “retocar” nem me preocupo se vai chover kkk.

No entanto sinto falta do comprimento, sempre que me olho no espelho fico imaginado como vai ficar mais longo, e NÃO EXISTE MILAGRE QUE FAÇA O CABELO CRESCER DO DIA PARA A NOITE. Infelizmente. Desde que cortei tenho tido alguns cuidados especiais com o cabelo – para fortalecer e auxiliar no crescimento. Posso dizer que meu cabelo cresce os incríveis, maravilhosos e inacreditáveis 2 cm por mês o que é uma taxa ótima.

O meu cabelo sempre foi bom para crescer, estava na média de 1,5 cm por mês – pode parecer pouco mas não é. Se alguém diz que o cabelo cresceu muito mais que isso em um mês desconfie, cabelo não é capim, ele se desenvolve de dentro para fora de acordo com como e o com o que você come, com sua saúde interna e do couro cabeludo. Existem produtos como suplementos alimentares que ajudam. Mas não fazem o cabelo crescer 5 cm no mês. Existem shampoos que estimulam o couro cabeludo, óleos naturais que garantem saúde para a raiz e comprimento de modo que possamos sim aproveitar o crescimento com qualidade dos nossos fios.

Seguindo estes critérios experimentei umectação capilar – com óleo de rícino, óleo de uva, óleo de amêndoas doces e óleo de abacate (usei a primeira vez o de abacate segunda feira) – como já disse aqui eu amo fazer umectação porque estimulou o crescimento e deixou o comprimento realmente mais saudável. Uso óleos naturais, sem silicone ou parafina. Compro em casas de produtos

 

Emparedado por delações, Temer faz ofensiva para tentar desmoralizar Janot — O LADO ESCURO DA LUA quarta-feira, ago 9 2017 

Emparedado por delações, Temer faz ofensiva para tentar desmoralizar Janot https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/09/politica/1502232238_441665.html#?ref=rss

via Emparedado por delações, Temer faz ofensiva para tentar desmoralizar Janot — O LADO ESCURO DA LUA

http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2017/08/sete-anos-depois-outro-crime.html quarta-feira, ago 9 2017 

Mudança de mentalidade – Urgente – Filmes para inspirar o debate terça-feira, ago 8 2017 

O que é serviço público? Na sua cabeça caro leitor do blog, o que é o serviço público? Quem trabalha nele? Para que ele serve?

Eu sou servidora pública, estou dentro da máquina e ela é um paradoxo. Amada e odiada ao mesmo tempo. Cheia de contradições. Mas, de onde vem essas contradições. As contradições que nos matam de ódio vem de nós mesmos – enquanto cidadãos. Como?

Simples. Se você trabalhasse no serviço público você procuraria fazer o seu melhor todos dos dias? Você se sentiria obrigado a ajudar membros da família a ingressar por indicação ou manteria a posição de que o ingresso deve ser por mérito (concurso e processo seletivo)? Pense bem antes de responder.

Nós brasileiros temos a doença da “moral elástica” isso é nepotismo se for o desconhecido ou o desafeto, mas ser for para amigo e parente não. Nossa cultora do QI destrói nossa moral na hora de criticar a corrupção na presidência, no senado, no congresso, nas assembleias, até na reunião de condomínio. Combater a corrupção implica em uma mudança de mentalidade em todos os segmentos da nossa sociedade, implica em desenvolver um novo tipo de orgulho dentro e fora do serviço público. O orgulho em buscar ser a melhor pessoa que pudermos ser. O orgulho de desempenhar bem o nosso papel seja burocrático seja no atendimento ao cidadão.

Mudar a mentalidade do servidor e do cidadão para entender que a coisa publica não é a coisa do governo, coisa pública é objeto, local e/ou serviço pago pelo cidadão de bem para benefício da coletividade, para a construção da qualidade de vida, e o servidor que se empenha neste sentido deveria ter orgulho de si independente da função, cargo ou remuneração. Do gari ao magistrado, todos somos servidores da população. Mas nossa sociedade atual coloca alguns servidores em um pedestal como se a sociedade devesse servir a eles e não o contrário, então seus salários tornam-se surreais criando discrepâncias de filmes distópicos como:

  • Jogos Vorazes
  • Divergente
  • “Elysium
  • Metrópolis (1927) | Fritz Lang
  • Minority Report – A Nova Lei- 2002
  • THX 1138 (1971) | George Lucas
  • Mad Max – todas as continuações incluindo estrada da fúria
  • RoboCop – O Policial do Futuro (1987) | Paul Verhoeven – o original tem uma critica que se perdeu um pouco na readaptação de 2014 – observe a sociedade de Detroit e observe a nossa sociedade frente a crise
  • V de Vingança (2005) | James McTeigue
  • Preço do Amanhã (2011)

Filmes e livros sobre distopias não nascem ao acaso, eles refletem situações da sociedade ocidental, em especial a possibilidade destas situações chegarem a um ponto insustentável. São criticas vorazes a comportamentos – sócio-politico-econômicos que podem degradar a nossa sociedade como um câncer, são um grito vindo do mudo das artes nos pedido para não deixar que a sociedade se degrade a este ponto. São a ficção nos pedido para não permitir que a corrupção, a cobiça, o desamor ao semelhante nos transforme em estados como o Isis ou o regime Talibã. A ficção tem a liberdade poética do exagero para nos mostrar o que não vemos mergulhados no nosso dia a dia.

Fiz esta listinha com a intensão de provocar a curiosidade, de ascender a vontade de observar nossa sociedade e achar no  nosso dia a dia o que inspira nossos artista a produzir estas criticas, estes gritos de socorro, e claro aceito sugestões para ampliar esta listinha.

terça-feira, ago 8 2017 

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