Estamos deixando morrer tanta coisa em nós 

Decepcionados com os rumos da política estamos nos deixando  levar pela onda de tristeza e desesperança no presente e futuro próximo e vivendo só as nossas necessidades imediatas. 

Devíamos estar busca de soluções. Queremos o fim do mar de lama, queremos o fim da roubalheira, mas não nos movemos. 

Esperamos que a honestidade caia do céu, mas se nossos líderes políticos estão corrompidos até o cerne não adianta esperar que s mudança venha de cima para baixo. 

Eu não acredito em violência, não acredito que nos dias de hoje ela seja a arma para melhorar o mundo. Acredito na revolução passifica que começa em nós todos os dias quando saímos da cama e lutamos minuto a minuto para sermos melhores. 

Cada dia que vamos dormir sem ter levado vantagem, sem estacionar em fila dupla, furar fila, maltratar o nosso semelhante é um dia vitorioso. Se cada um de nós respeitar o semelhante, respeitar o partimobouo publico, participar da escola do filho(ativamente) se integrar ao bairro onde mora, fazer de fato parte da comunidade as coisas mudam. 

Nos falta hoje duas coisas fundamentais – amar ao próximo como a nós mesmos e parar de achar que os outros devem resolver nossos problemas por nós. 

Quando cada pessoa deixa seu egoísmo de lado e se dispõe a ser parte da comunidade seja por meio da igreja seja, associação de bairro ou escola essa pessoa está melhorando o mundo. 

Quando vamos para as ruas que seja com amor e não violência. Marratma Ghamgi mudou a história e economia da Índia pela não violência. Claro que a índia ainda tem imensos problemas – mas a liberdade do imperialismo inglês era impensável antes disso. 

Não deixe a decepção te tornar apático ou insensível. Nenhum político é santo e nenhum tem s chave para salvar o país – todos são funcionários públicos que perderam a noção disso e muitos embriagam se de poder. Não apostemos que vai mudar e sair dos esquemas corruptos se a sociedade não mudar como um todo. 

Se nós abandonamos as pequenas corrupções, nos minamos o esquema de sua base. Se lá na ponta nós nos tornamos incorruptíveis, está onda pode subir para o topo da estrutura. 

Se não nos vendemos, quando formos para as ruas não precisaremos quebrar vidraças s nem entrar em confronto com a polícia. Seremos todos irmãos unidos em uma só voz. 

Que sejamos milhões de vozes. 

Tenho muito medo do futuro guiado pela corrupção,censura e violência. Temos tudo para sermos como Suécia ou nos tornarmos um país fundamentalista marcado pela intolerância e violência. O pior é que somos nós quem decidimos qual caminho seguir. 

Enquanto isso no meu mundo ficcional

Quando paro na minha linda casinha, vendo tv por assinatura me  dei conta conta que o que mais assisto são enlatados “Norte Americanos”. Não tenho saco para a tv nacional, pela absoluta falta de identidade. Não aguento mais as novelas que são sempre iguais, mesmo enredo, mesma estrutura, mesmo heróis machistas e mocinhas aguadas que choram, choram e choram para depois tudo perdoar e ficar com seu “macho alfa” afinal nada foi culpa dele, foi culpa dos “vilões” que seduziram, enganaram e fizeram trair.

Gosto de diversos enlatados americanos por terem mais história, personagens mais densos, por discutir politica (claro a politica deles, do ponto de vista deles – grandes heróis do mundo capitalista) Não estou comprando sua ideologia, mas observo os valores com relação ao universo familiar, consumo e qualidade de vida.

Estrangeiros e brasileiros tem noções diferentes do que seja família. Enquanto para muitas culturas o dever com os filhos acaba com a maior idade e para o americano em especial a velhice é solitária, pais são um incomodo para filhos adultos, enquanto nos nossos núcleos familiares tentamos pelo menos não pensar assim de quem nos criou. (apesar de ter muito brasileiro que tem mais frieza que o europeu e/ou americano com seus idosos).

Agora sobre qualidade de vida. Ah, esse tópico é o que me interessa. Nos filmes e séries estrangeiros a maior parte da vida das personagens ocorre no trabalho. Somos um mundo de trabalhadores, seja lá na terra dos heróis que usam cuecas por cima das calças ou aqui. No mundo uma minoria realmente muito pequena que realmente é dona nos meios de produção (fazendas, grandes fábricas, empresas transnacionais). Então nossa vida se passa em grande parte no local em que vendemos nossa força de trabalho. O que mais muda é a qualidade das condições da venda dessa venda.

No Brasil somos bombardeados por uma industria áudio visual baseada em uma relação de trabalhista em que as pessoas são menos submissas as condições de trabalho. A relação de trabalho que nos mostra não é regulada pelo estado como a nossa e se aproxima (a grosso modo) das reformas que tentam implementar. No entanto os trabalhadores são mais capazes de se negar a cumprir condições desumanas de trabalho, tem mais consciência de que qualidade de vida não é um bem negociável e possuem sindicados que são mais ativos e fortes.

Nossa realidade é bem distante da ficção utópica apresentada.

Nós estamos divididos e fragmentados. Ou somos pobres demais e precisamos desesperadamente de trabalhar a ponto de evitar questionar as injustiças por medo de morrer de fome, ou somos -pensamos que somos-  “classe média” e morremos de medo de nos denominarmos trabalhadores. Fomos adestrados pelas novelas a pensar que trabalhar e coisa de pobre/plebeu. E todos queremos ser nobres / burgueses/ aristocratas.

Queremos a vida de mentira das celebridades. Queremos o ócio como se a vida acontecesse nas horas vagas.

As séries enlatadas americanas tem em foco o mundo do trabalho porque em sociedades economicamente amadurecidas  as pessoas tem consciência de que se não são donos dos meios de produção elas são trabalhadores sejam classe média ou pobres, e que grande parde de suas vidas se passa no ambiente de trabalho. Por tanto condições dignas de trabalho são fundamentais. bem como salário digno e tempo para o lazer.

Quem trabalha oito horas diárias tem quanto tempo para o lazer? Que horas lê um livro? Quando vai a um parte? Ao cinema? Ao teatro? Ao salão? Nossa jornada de trabalho nos espreme a ponto de não sobrar tempo para o lazer, nossos ambientes de trabalho não incorporam a noção de que qualidade de vida aumenta a produtividade. Assim sendo nossa sociedade fomenta um novo tipo de escravidão, uma sem correntes ou chibata, mas tão cruel quanto. Viemos a margem da qualidade de vida dentro e fora do trabalho e a prova disso é a nossa teledramaturgia que tem medo de tratar os ambientes de trabalho da classe média de modo que tal classe de fato de identifique, pois se a classe média descobrir que é uma classe trabalhadora e que está sendo usurpada do direito a qualidade de vida tanto quanto um caixa de supermercado ou um varredor de rua as coisas podem não ir tão bem para a nossa estrutura de poder que tenta nos impor reformas imorais na previdência e nas leis trabalhistas.

Se o médico, o advogado, o engenheiro e outras “profissões nobres” descobrirem que apesar de seus bons salários ainda são trabalhadores o país começa a mudar e isso é perigoso.

Por que não temos séries médicas mostrando um plantão do SUS? Ou como funciona a policia brasileira? Amamos programas como CSI e Criminal Minds em que investigadores e laboratoristas ganham status de heróis ao desvendar crimes, sem a carga fantasiosa das cuecas por cima das calças e sem voar, mas com EXCELENTES CONDIÇÕES DE TRABALHO.  Mas isso é o mundo ficcional de lá, e no nosso? Onde está a coragem de retratar a vida e dramas dos nossos policiais e peritos? Onde está a coragem de colocar no mundo ficcional os dilemas da nossa sociedade?

Muito mais fácil criar um mundo de Helenas com romances batidos do que discutir de verdade o momento em que vivemos. Os folhetins da globo são exatamente isso, folhetins ultrapassados que tentam nos ancorar em valores patriarcais muitas vezes misóginos, em valores econômicos oligárquicos e conformistas, em uma total aversão a noção de somos trabalhadores ganhemos um salário minimo ou quinze mil reais por mês.

Nossa teledramaturgia nos marca com valores que segregam mais do que agregam. Que nos dividem em classes sem que perlaboramos o quando essas classes são inverdades. Vivemos o mito de que o Brasil tem uma classe média Zé Mayer e uma classe pobre Regina Casé, que Big Brother tem alguma relevância na observação do comportamento humano, e que os jornais são imparciais.

Imparcialidade é um mito. NÃO EXISTE BLOG, REVISTA, JORNAL IMPARCIAL. Todos estamos expressando nossa opinião, seja direta ou indiretamente. Todos temos nossa ideologia e esperamos que quem nos lê/assiste seja convencido por ela. Então JORNAL NACIONAL, JORNAL DA GLOBO, CNN, GLOBO NEWS, nenhum deles e imparcial. Assim como ISTO É, VEJA, CARTA CAPITAL também não são imparciais, elas visão o leitor que tenha sua visão de mundo bem como convencer novos leitores a pensar como os editores de cada revista.

Mesmo eu, estou tentando de convencer de algo. Estou tentando te convencer de que precismos ser pessoas melhores e lutar para melhorar o mundo, não apenas para nós mesmos, mas para todas as pessoas. Que a meritocracia no mundo de hoje é um mito, porque não temos oportunidades iguais. Não existimos como núcleo rico/classe média das novelas, somos pessoas reais que vivem no mundo do trabalho. Um mundo ameaçado por reformas que favorecem a exploração de cada um de nós até o limite de nossa sobrevivência, limite esse que vem sendo testado ano após ano por uma estrutura socioeconômica baseada na corrupção e troca de favores.

Estou tentando de convencer que solidariedade e amor ao próximo é não aceitar que nenhuma classe trabalhadora seja esmagada em nome dessa ficção em que vivemos na qual a classe média finge que não é trabalhadora e pensa que é elite.

Elite são as pessoas sem rosto que não aparecem nas mídias, mas que controlam nossa politica e economia bancando os políticos de direita e esquerda e depois cobrando por isso voto a voto nas assembleias, senado e congresso.

A Elite de verdade não tem nome – mas está em marcas por toda a nossa vida – é dona dos meios de produção estando no tecido de nossas roupas, no sabonete do banheiro, no tipo de carro que temos, ela é a mão invisível que inspira os filmes de teoria da conspiração.

Nós Classe média, queremos ser eles, mas NÃO SOMOS e estamos sujeitos a todas as crueldades inseridas entre as boas ideias da reforma trabalhista e da reforma previdenciária.

Nos falta senso de identidade 

Maria Helena Chauí – ela explica tão bem que só falta que só falta desenhar – ou abrir a cabeça do povo com pé de cabra.
Acorda gente – se não somos donos dos meios de produção somos trabalhadores e estamos sujeitos a todo impacto das novas regras trabalhistas e da previdência.
Ouça bem o que ela diz- ouça com atenção e depois ouça novamente.

O quanto somos capazes de olhar para nós mesmos ???

Acho que esta é a pergunta mais difícil da nossa existência. Lembro que quando criança ouvi que na filosofia budista acredita-se que temos quatro faces – a que vemos, a que mostramos para os outros, a que os outros veem e a nossa verdadeira face. Não sei se este preceito de fato faz parte da filosofia budista, mas eu o trouxe para a minha vida como uma reflexão constante sobre mim mesma.

Hoje, balzaquiana que sou, ainda me olho no espelho e tenho a certeza de que n ao me vejo claramente. Há tanto que não sabemos sobre nós mesmos, nosso lugar no mundo. Sempre nos achamos grandes ou pequenos demais do que somos de fato. Nos achamos mais bonitos ou mais feios do que somos, nos achamos mais inteligentes e espertos do que somos ou subestimamos nosso potencial. A justa medida é algo que coube a poucos história da humanidade.

Nosso espelho não é um juiz imparcial. Ele é o que os olhos querem ver, e isso aparece muito claramente hoje. 28/04. Hoje tenho um nome para mim. Hipócrita. Hoje eu que defendo a paralisação, estou trabalhando.  Eu me vi sem escolha. E ainda sim critico os meus colegas que não se importam ou criticam o ato de hoje. Que veem na paralisação esquerdista.

Vivemos uma sociedade em que esquerda e direita são palavrões e que neo liberalismo e social democracia são algo até pior. Não devemos ter medo de nos posicionar entre esquerda, direita ou centro. Nosso erro maior é justamente esse medo de tomar partido e fazer “inimizades”.

Somos uma nação cheia de pessoas que não tem consciência de que não se vêem claramente. Tivemos uma década e meia de direitos e prosperidade e isso nos fez achar que somos uma sociedade divida em classes A ,B e C. Nos deu a ilusão de que temos uma classe média. Passamos a criticar que não temos domésticas/escravas a nossa disposição para arrumar a cama que deixamos bagunçada, lavar nosso banheiro e limpar a bosta da bunda de nossos filhos.

Mas a verdade é que não temos uma verdadeira classe Média, temos uma classe de muito ricos, tão ricos que parecem personagens de um filme de conspiração do tipo Iluminato kkkk – e temos uma classe trabalhadora composta de pequenos e médios empresários, servidores concursados (que não recebem super salários como os juízes, estes estão no primeiro grupo) assalariados com e sem carteira assinada, autônomos e temporários.

Acontecesse que a classe trabalhadora composta dos pequenos empresários e concursados parece pensar estar imune as mudanças que vem sendo impostas a nos nos últimos 24 meses. Eles pensam compor uma classe média que continuará indo para Miami fazer compras, e que poderão preocupar-se com o próximo lançamento de Smartphones para si e seus filhos, mas a verdade é que muitos serão jogados de volta na linha do trabalho de subsistência- trabalhando para viver e não para ter qualidade de vida. Eles não veem quando dizemos que todo trabalho deve ser respeitado e valorizado que não dá para “ter uma doméstica de estimação dando apenas casa e comida como ocorria nos anos 80 e 90” e ter uma sociedade justa.

Quem está indo as ruas não está defendendo PT – fora a Cut que ama o PT – mas defendendo o direito a qualidade de vida que tivemos nos últimos 15 anos. O direito de trabalhar 6 dias por semana e usufruir pelo menos um com a família, o direito de ir para casa no fim do expediente e ter tempo para si mesmo ao invés de desmaiar de exaustão e o direito de não acordar no meio da noite preocupado porque o salário não vai dar nem para comprar macarrão depois do meio do mês.

Somos uma imensa maioria de pobres com complexo de ricos. Somos crianças que estava começando a querer pensar por si mesmas e por isso assustamos muita gente, e agora estão tirando de nós tudo que nos dava autonomia para ter pensamento critico, elaborando leis que nos farão burros de carga porque quem trabalha 12 horas por dia não tem tempo de se rebelar. Quem recebe uma miséria tem tanto medo de perder o pouco que tem que não se revolta e nem se rebela. Sou um bom exemplo disso. Estou lindamente sentada na minha cadeira, olhando a vida passar lá fora, desejando estar lá fora gritando a plenos pulmões que não concordo com o modo como as reformas estão sendo conduzidas.

Precisamos sim de reforma trabalhista, e precisamos sim discutir a previdência, mas não nunca, jamais  desta maneira, explorando a massa e aliviando para os algozes. São temas que deviam ir a referendo, com todos os dados abertos ao publico.

Não somos moralmente evoluídos para regras que podem ser burladas para da poder a apenas um lado da equação. Porque se for assim estamos validado uma nova modalidade de escravagismo, cuja violência física não é direta, mas indireta. Em lugar da brutalidade do Pelourinho e do Tronco temos o assédio moral, temos a perseguição dentro da empresa, temos a falta de garantias quanto ao salario, férias e licenças o que nos faz depender da “bondade do empregador” nos “acordos” que quase sempre serão unilaterais. Não serão apenas o negros a sofrer, mas todos nós, sem a opção de nos refugiar em quilombos.

A ausência de violência física é o mais cruel dos truques das nossas oligarquias dominantes. A mídia valida seus atos, e a força policial coíbe os atos de protesto. Criamos abismos que a chamada Meritocracia nunca irá transpor.

Eu acredito sim em meritocracia, acredito muito, mas ela precisa ser validade por medidas que diminuam as desigualdades e permitam que as pessoas tenham oportunidades. Não adianta pregar meritocracia se o filho da empregada negra não puder de uma escola publica de qualidade que o permita competir por vagas na universidade. Se não houver hospitais públicos com médicos e equipamentos para absorver quem não pode pagar o privado.

Meritocracia é valido quando o básico está assegurado para todos independente da origem. Se todos tem o básico cada um que busque seu crescimento. As reformas trabalhistas que estamos vendo impedirá a geração atual e a próxima de ter o básico, deixando os cargos de nível superior para quem não tem que trabalhar 12 horas por dia para comer e que tem condições de pagar escola e universidade.

Não se iluda achando que existe universidade GRATIS no Brasil, só muda o tipo de pagamento. A privada come seu salário, um braço e uma perna para você ou seu filho se formar, a publica é paga pelos nossos impostos e exige muiito tempo livre. Quando cursei a UFG costumávamos dizer que a Universidade Pública não gosta do aluno que trabalha, poque ele não tem tempo de ficar por conta de todos os eventos e trabalhos da universidade. Dizíamos que os cursos gostavam dos filhos de papai que não precisavam preocupar em pegar o ônibus lotado e nem contavam moedas para comprar as xerox, esses podiam passar o dia na biblioteca ou dedicar-se aos projetos de extensão.

Quem não está nas ruas hoje ou trabalha para sobreviver com o minimo possível e tem medo de perder esse minimo,  é hipócrita como eu, ou está tão cego na ilusão de que pertence a classe média e que vai passar ileso por estas reformas. Seja como for quem está com a bunda na cadeira (como eu) está contribuindo para a exploração de si mesmo e do seu semelhante. Está compactuando o fato de nossos legisladores nos verem como animais de carga com a unica utilidade de aumentar seus lucros legítimos (nas empreses ) e ilegítimos (caixas 2 propinas, extorsões. )

Hoje, diante deste quadro, só peço algo dificílimo – Ame ao teu próximo como a ti mesmo.

Amando a nós mesmos em primeiro lugar e tomando como medida o que nos faria bem somos capazes de nos colocar no lugar do outro e por tanto não desejar mal nem a ele e nem a nós mesmos.

Ame ao próximo e não aceite que a mudança das leis nos torne menos que humanos, não faça como Temer e tantos outros por trás dele, não veja nossos semelhantes como bestas de carga.

MULHERES, Quarta – feira, 26 de Abril de 2017, haverá a reunião de um comitê para preparar a greve geral do dia 28 de abril de 2017, sexta – Feira. O chamado a greve pelas centrais sindicais e para combatermos as reformas da previdência e trabalhista, que sem nenhuma duvida atingira de forma muito nociva […]

via Sobre a Reforma da Previdência, a Greve geral do dia 28 de Abril, a relevância desta luta para as mulheres da classe trabalhadora. — feminismosemdemagogiaOriginal

ALGUÉM ACREDITA EM ET’S? E NA (IN)JUSTIÇA BRASILEIRA?

Gustavo Horta

 TESTE DE INTELIGÊNCIA:
– Republicando

1) Se o Marcelo Odebrecht diz: “não posso provar” e o Léo Pinheiro diz: “destruí as provas”, existem provas contra o Lula?

2) Se eu juntar dois recibos de pedágios indo pro litoral de São Paulo, eu posso afirmar que sou dona de um triplex no Guarujá?

3) Quem consegue colocar 13 milhões “em espécie” dentro de uma pasta também consegue colocar 5 elefantes dentro de um fusca?

4) Por que Léo Pinheiro destruiu provas contra o Lula e não destruiu provas contra ele mesmo?

5) Por que a OAS deu 500 milhões pro Cabral, 200 milhões pro Cunha, 50 milhões pro Aécio, 45 milhões pro Temer – tudo com provas documentais – e pro Lula só deu a reforma de um triplex – e sem provas?

Quem pode responder?

ESSE PT E DEMAIS 103coxinha Traidores da Patria 377coxinha Traidores da Patria 521coxinha Traidores da Patria 520

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