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Trabalhadores da última hora – uni-vos

São trabalhadores da última hora todos que sentem-se incomodados com o endurecimento dos corações, com a onda cresceste de intolerância, com o julgamento constante que oprime ao privilegiar a virtude aparente em lugar do caráter.

São trabalhadores da última hora todos que sentem no desamor que corre o mundo um profundo inconformismo e desejam remar contra está maré. Todos que compreendem que o mundo melhora não através dos outros mas começando por nós mesmos.

Somos uma nação dispersa, uma nação de muitos corações com um objetivo simples – ser hoje melhor do que fui ontem. Ao tentar cumprir esta máxima travamos uma batalha diária contra os pequenos atos egoístas do dia a dia, buscando amar a nós mesmos e respeitar os espaços dos nossos semelhantes. Buscamos compreender que ninguém é obrigado a se moldar em nossos padrões, que relacionamentos não são escrituras de posse, que amor ao próximo é um sentimento libertador porque ele resorts os espaços, valoriza sentimentos, não usa o outro de muleta e nem se deixa usar.O amor ao próximo respeita o livre arbítrio, é dado de graça, semeado no vento. Constrói laços duradouros que não se rompem com fofocas, picuinhas ou crises de orgulho ferido. Nós trabalhadores da última hora; neste momento de desamor ao próximo, de violência, ganância desmedida, retorno do escravagismo, misoginia exagerada e fundamentalismo religioso; temos o dever de não permitir que o amor morra. Que a luz da esperava se apague.Assim como no período que antecedeu a segunda grande guerra mundial o mundo está sufocando em uma onda egocêntrica e de violência – nos lares, nas escolas, nas ruas. Vivemos um clima de insegurança semelhante à de países com guerra civil declarada e mesmo os países com elevado grau de qualidade de vida sofrem de mazelas como o tráfico de pessoas para abusos sexuais, financiam a exploração e morte nas guerras africanas e orientais muitas vezes com o desconhecimento da população que não sabe o preço de seu custo e estilo de vida. Nós trabalhadores da última hora podemos ser cristãos católicos, cristãos evangélicos, cristãos umbandistas, judeus, muçulmanos ou mesmo ateus. Não importa. Importa essa dor em nossos corações diante da maldade e da corrupção e o desejo de ver este mudo menos cruel e menos desigual. Nós trabalhadores da última hora englobamos esquerdistas e direitista , porque sabemos que o problema não está mas ideologias, qualquer uma pode dar certo. O problema está no ser humano que distorce boas ideias para se manter no poder, para oprimir e se auto afirmar. Nós buscamos reformar a nós mesmos e ajudar a qualquer um que se integre nessa batalha diária de – buscar ser o melhor que puder um dia de cada vez. Quando somos as melhores versões de nós mesmos colaboramos para o equilíbrio deste mundo em conflito porque reconhecemos nossas necessidades e aprendemos que nossos semelhantes tem as mesmas necessidades, por tanto nosso direito acaba no momento que o do meu irmão começa e juntos damos as mãos para garantir que nenhum de nós passe necessidade. Quando buscamos ser melhora dia a dia já estamos combatendo a corrupção estrutural porque quem busca ser melhor não rouba, não desvia, não faz caixa 2. Quando buscamos ser melhores evitamos responder violência com violência, nem sentimos desejo de vingança. Nós tornamos naturalmente pacifistas. Não diferenciamos direitos e deveres por sexo – homens e mulheres sendo mais fraternos se ajudam ao invés de se oprimirem. A última hora é agora. O momento em que oscilemos entre o desamor e a descrença. Sem amor ao próximo nosso mundo afundará em trevas e as distopias do cinema como:A Clockwork Orange (Laranja Mecânica) Diretor: Stanley Kubrick País: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte Ano: 1971

1984 Diretor: Michael Radford País: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte Ano: 1984

THX 1138 Diretor: George Lucas País: Estados Unidos da América Ano: 1971

Minority Report (Steven Spielberg, 2002)

Elysium 2013ElysiumDirigido por: Neill Blomkamp

Deixam de ser apenas ficção e passam a ser professias.

A arte não brota do nada ela se inspira no inconsciente coletivo e espelha hora a realidade, hora a esperança, hora nossos medos.

A Arte nos alerta sobre o que nos falta – nunca tivemos tantos programas (filmes, livros, séries ) sobre crimes, psicopatias, violência gratuita, e isso sinaliza que precisamos urgente virar essa maré de pensamentos.

Sejamos bons uns com os outros, amemos a nós mesmos e nossos semelhantes hoje, dia após dia. Não nos deixemos cair na apatia que paira sobre nós como uma nuvem venenosa.

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Carta aberta aos Ministros do Supremo, por Luís Nassif

http://jornalggn.com.br/noticia/carta-aberta-aos-ministros-do-supremo-por-luis-nassif

Quando se cria um escândalo em torno da compra de uma tapioca com cartão corporativo e se cala ante o fato de um presidente ser denunciado por crimes e se manter no cargo, algo está errado, como observou recentemente Herta Däubler-Gmelin, que ocupou o cargo de ministra da Justiça na Alemanha entre 1998 e 2002. Ela lembrou o caso do presidente Christian Wulff, que renunciou devido a um depósito de 700 euros em sua conta.

Por aqui, há tempos a mídia aprendeu a conviver com o escândalo seletivo e fugir dos escândalos essenciais. Com isso, um dos freios centrais de uma democracia, contra abusos de autoridades  – as reações públicas a atitudes escandalosas – perde a eficácia.

Só um notável entorpecimento moral para explicar a falta de reações dos Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) às atitudes de Gilmar Mendes.

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Mudança de mentalidade – Urgente – Filmes para inspirar o debate

O que é serviço público? Na sua cabeça caro leitor do blog, o que é o serviço público? Quem trabalha nele? Para que ele serve?

Eu sou servidora pública, estou dentro da máquina e ela é um paradoxo. Amada e odiada ao mesmo tempo. Cheia de contradições. Mas, de onde vem essas contradições. As contradições que nos matam de ódio vem de nós mesmos – enquanto cidadãos. Como?

Simples. Se você trabalhasse no serviço público você procuraria fazer o seu melhor todos dos dias? Você se sentiria obrigado a ajudar membros da família a ingressar por indicação ou manteria a posição de que o ingresso deve ser por mérito (concurso e processo seletivo)? Pense bem antes de responder.

Nós brasileiros temos a doença da “moral elástica” isso é nepotismo se for o desconhecido ou o desafeto, mas ser for para amigo e parente não. Nossa cultora do QI destrói nossa moral na hora de criticar a corrupção na presidência, no senado, no congresso, nas assembleias, até na reunião de condomínio. Combater a corrupção implica em uma mudança de mentalidade em todos os segmentos da nossa sociedade, implica em desenvolver um novo tipo de orgulho dentro e fora do serviço público. O orgulho em buscar ser a melhor pessoa que pudermos ser. O orgulho de desempenhar bem o nosso papel seja burocrático seja no atendimento ao cidadão.

Mudar a mentalidade do servidor e do cidadão para entender que a coisa publica não é a coisa do governo, coisa pública é objeto, local e/ou serviço pago pelo cidadão de bem para benefício da coletividade, para a construção da qualidade de vida, e o servidor que se empenha neste sentido deveria ter orgulho de si independente da função, cargo ou remuneração. Do gari ao magistrado, todos somos servidores da população. Mas nossa sociedade atual coloca alguns servidores em um pedestal como se a sociedade devesse servir a eles e não o contrário, então seus salários tornam-se surreais criando discrepâncias de filmes distópicos como:

  • Jogos Vorazes
  • Divergente
  • “Elysium
  • Metrópolis (1927) | Fritz Lang
  • Minority Report – A Nova Lei- 2002
  • THX 1138 (1971) | George Lucas
  • Mad Max – todas as continuações incluindo estrada da fúria
  • RoboCop – O Policial do Futuro (1987) | Paul Verhoeven – o original tem uma critica que se perdeu um pouco na readaptação de 2014 – observe a sociedade de Detroit e observe a nossa sociedade frente a crise
  • V de Vingança (2005) | James McTeigue
  • Preço do Amanhã (2011)

Filmes e livros sobre distopias não nascem ao acaso, eles refletem situações da sociedade ocidental, em especial a possibilidade destas situações chegarem a um ponto insustentável. São criticas vorazes a comportamentos – sócio-politico-econômicos que podem degradar a nossa sociedade como um câncer, são um grito vindo do mudo das artes nos pedido para não deixar que a sociedade se degrade a este ponto. São a ficção nos pedido para não permitir que a corrupção, a cobiça, o desamor ao semelhante nos transforme em estados como o Isis ou o regime Talibã. A ficção tem a liberdade poética do exagero para nos mostrar o que não vemos mergulhados no nosso dia a dia.

Fiz esta listinha com a intensão de provocar a curiosidade, de ascender a vontade de observar nossa sociedade e achar no  nosso dia a dia o que inspira nossos artista a produzir estas criticas, estes gritos de socorro, e claro aceito sugestões para ampliar esta listinha.

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A ética do Amor ao próximo- caminhos para o fim da corrupção!

Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. –  Parece brega, meio piegas, coisa de gente religiosa, mas se pensar bem esse é o segredo para construir uma nação de prosperidade.

A primeira coisa é aprender a amar a si mesmo. Será que nos amamos de verdade? Nos respeitamos? Alguém que se ama não sofre de necessidade de auto afirmação, nãos sente inveja, não deseja o mal para o semelhante, não cobiça as posse ou conquistas dos outros, trabalha nas próprias conquistas e vitórias. Não precisa usar outro ser humano como suporte emocional – “fulano vai me fazer feliz.”

Em segundo, se eu me amo e não tenho hábitos autodestrutivos, então não farei cosias que façam mal ao meu semelhante, ou seja sem inveja e cobiça não há roubo, nem corrupção de qualquer espécie. Se respeito meu semelhante do mesmo modo que a mim mesmo, não furarei fila porque pensarei nos outros que estão na mesma situação, não estacionarei em fila dupla para meu próprio comodismo atrapalhando o transido porque não desejarei que outro o faça isso comigo, não estacionarei em vaga de deficiente porque é mais perto do shopping ou da entrada do supermercado porque pensarei nas pessoas com dificuldade de locomoção. Não desviarei dinheiro que não me pertence porque dinheiro não brota do nada, ele vem de algum lugar com uma finalidade específica.

Sofremos um período em que o desamor, o orgulho, a cobiça, ambição desmedida e a vaidade exagerada dominam a sociedade. A corrupção no cenário politico-econômico é o resultado da combinação destas mazelas que estão entranhadas em todos os setores da sociedade. Não adianta colocar #ForaTemer ou ter batido panela contra Dilma, se não começarmos a mudar a nós mesmos.

Nossa sociedade, nossos governantes são reflexos da nossa mentalidade e das nossas ações assim como nós nos tornamos o reflexo das ações destes mesmos governantes. Um circulo vicioso ou uma espiral que pode culminar em uma sociedade destruída pela miséria e violência ou  em prosperidade e qualidade de vida.

O desamor transforma as pessoas em monstros que olham outros seres humanos como objetos, como bestas de carga, como força de trabalho, como fonte de riqueza, mas não como semelhante com os mesmos direitos e sentimentos, esta linha de pensamento e ação nos leva mais e mais para o abismo da miséria e da exploração.

Nós brasileiros estamos caminhando da beirada deste abismo. Estamos no meio da encruzilhada que nos conduz ou para dentro das sombras ou para a prosperidade. Como escolher o melhor caminho? Parando para pensar nas pequenas ações do dia a dia, agindo como querendo que nossos políticos ajam conosco.

Não existe força para lutar contra a corrupção se agimos do mesmo modo que os criminosos que queremos tirar do poder. Eu acredito que podemos escolher o nosso futuro por meio de uma mudança de atitude. Bater panela é lindo, vestir camiseta da CBF é fofo, adorar ou apedrejar o pato de borracha, fazer dancinha, mas nada disso muda o quadro geral.

Atiçar os ratos não os remove do celeiro, apenas os deixa mais irritados e vorazes, tão vorazes que estão comendo este país como se não houvesse amanhã. Estamos naufragando, e se não começarmos a ser solidários, a amar no nosso semelhante e nos ajudarmos de forma fraterna nos afogaremos.

Escolhamos o caminho da ética, da solidariedade, e estaremos unidos para por fim nesse mar de corrupção. A primeira onda contra nós já veio – Reforma Trabalhista e da Previdência. Outras mais virão, se não nos reformarmos como seres humanos não seremos capazes de lutar ou resistir a elas.

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Aneel aprova revisão que permite aos brasileiros gerarem sua própria energia

A Aneel aprovou a revisão da resolução 482/2012, que permite aos brasileiros gerarem sua própria energia. Entre as mudanças está o estabelecimento de novas formas de geração distribuída. O dia começou cedo na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que votou hoje (24/11) as mudanças nas regras de micro e minigeração de energia no país. […]

https://casadasustentabilidade.wordpress.com/2015/11/26/aneel-aprova-revisao-que-permite-aos-brasileiros-gerarem-sua-propria-energia/

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Aperitivos da Guerra Política – II – A política, afinal

Adorei o post. Claro direto e ilustrativo!

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Um dos críticos deste blog disse que eu falo demais em política. Mal sabia que toda vez que dizia isso ele era vítima de alguém fazendo política. Sim, pois sua rejeição à participação política era interessante para pessoas que venciam batalhas políticas sobre ele. Já passou do momento de abordar a concepção de política tratada neste blog. Esta concepção permite, enfim, que tratemos a política de uma forma mais ampla, permitindo-nos criar praticamente um corpo de conhecimento para a política como um todo.

A meu ver, isso permite a criação de uma verdadeira consciência política, pois deixamos de perceber a participação política como algo “que tem a ver com eleições”, mas como algo inerente à vida humana. É preciso, antes de tudo, compreender que não existe a chance de alguém deixar “a política de lado”.

Dizem que religião, política e futebol não se discutem. Porém, qualquer pessoa consegue limitar a…

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