Carta aberta aos Ministros do Supremo, por Luís Nassif sexta-feira, ago 11 2017 

http://jornalggn.com.br/noticia/carta-aberta-aos-ministros-do-supremo-por-luis-nassif

Quando se cria um escândalo em torno da compra de uma tapioca com cartão corporativo e se cala ante o fato de um presidente ser denunciado por crimes e se manter no cargo, algo está errado, como observou recentemente Herta Däubler-Gmelin, que ocupou o cargo de ministra da Justiça na Alemanha entre 1998 e 2002. Ela lembrou o caso do presidente Christian Wulff, que renunciou devido a um depósito de 700 euros em sua conta.

Por aqui, há tempos a mídia aprendeu a conviver com o escândalo seletivo e fugir dos escândalos essenciais. Com isso, um dos freios centrais de uma democracia, contra abusos de autoridades  – as reações públicas a atitudes escandalosas – perde a eficácia.

Só um notável entorpecimento moral para explicar a falta de reações dos Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) às atitudes de Gilmar Mendes.

A ética do Amor ao próximo- caminhos para o fim da corrupção! segunda-feira, ago 7 2017 

Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. –  Parece brega, meio piegas, coisa de gente religiosa, mas se pensar bem esse é o segredo para construir uma nação de prosperidade.

A primeira coisa é aprender a amar a si mesmo. Será que nos amamos de verdade? Nos respeitamos? Alguém que se ama não sofre de necessidade de auto afirmação, nãos sente inveja, não deseja o mal para o semelhante, não cobiça as posse ou conquistas dos outros, trabalha nas próprias conquistas e vitórias. Não precisa usar outro ser humano como suporte emocional – “fulano vai me fazer feliz.”

Em segundo, se eu me amo e não tenho hábitos autodestrutivos, então não farei cosias que façam mal ao meu semelhante, ou seja sem inveja e cobiça não há roubo, nem corrupção de qualquer espécie. Se respeito meu semelhante do mesmo modo que a mim mesmo, não furarei fila porque pensarei nos outros que estão na mesma situação, não estacionarei em fila dupla para meu próprio comodismo atrapalhando o transido porque não desejarei que outro o faça isso comigo, não estacionarei em vaga de deficiente porque é mais perto do shopping ou da entrada do supermercado porque pensarei nas pessoas com dificuldade de locomoção. Não desviarei dinheiro que não me pertence porque dinheiro não brota do nada, ele vem de algum lugar com uma finalidade específica.

Sofremos um período em que o desamor, o orgulho, a cobiça, ambição desmedida e a vaidade exagerada dominam a sociedade. A corrupção no cenário politico-econômico é o resultado da combinação destas mazelas que estão entranhadas em todos os setores da sociedade. Não adianta colocar #ForaTemer ou ter batido panela contra Dilma, se não começarmos a mudar a nós mesmos.

Nossa sociedade, nossos governantes são reflexos da nossa mentalidade e das nossas ações assim como nós nos tornamos o reflexo das ações destes mesmos governantes. Um circulo vicioso ou uma espiral que pode culminar em uma sociedade destruída pela miséria e violência ou  em prosperidade e qualidade de vida.

O desamor transforma as pessoas em monstros que olham outros seres humanos como objetos, como bestas de carga, como força de trabalho, como fonte de riqueza, mas não como semelhante com os mesmos direitos e sentimentos, esta linha de pensamento e ação nos leva mais e mais para o abismo da miséria e da exploração.

Nós brasileiros estamos caminhando da beirada deste abismo. Estamos no meio da encruzilhada que nos conduz ou para dentro das sombras ou para a prosperidade. Como escolher o melhor caminho? Parando para pensar nas pequenas ações do dia a dia, agindo como querendo que nossos políticos ajam conosco.

Não existe força para lutar contra a corrupção se agimos do mesmo modo que os criminosos que queremos tirar do poder. Eu acredito que podemos escolher o nosso futuro por meio de uma mudança de atitude. Bater panela é lindo, vestir camiseta da CBF é fofo, adorar ou apedrejar o pato de borracha, fazer dancinha, mas nada disso muda o quadro geral.

Atiçar os ratos não os remove do celeiro, apenas os deixa mais irritados e vorazes, tão vorazes que estão comendo este país como se não houvesse amanhã. Estamos naufragando, e se não começarmos a ser solidários, a amar no nosso semelhante e nos ajudarmos de forma fraterna nos afogaremos.

Escolhamos o caminho da ética, da solidariedade, e estaremos unidos para por fim nesse mar de corrupção. A primeira onda contra nós já veio – Reforma Trabalhista e da Previdência. Outras mais virão, se não nos reformarmos como seres humanos não seremos capazes de lutar ou resistir a elas.

Só tenho algumas perguntas quinta-feira, ago 3 2017 

Mulheres não tem direito de serem criativas? Artistas plásticas? Roteiristas? Serem boas nisso e ainda gostarem? Essa coisa de dividir o mundo por sexo não limita só as mulheres, mas os homens também. Gera um modo de ameaças “miticas” à masculinidade.
Quando vejo esses ataques de misóginia só consigo sentir tristeza. O ódio empobrece a sociedade e afasta as pessoas. Os mesmos tolls que criticam a existência de mulheres no meio nerd são os que reclamam dia e noite não achar uma companheira que curta nerdices , jogue video games ou que topem aquela maratona de Star Wars ou Star Trek. Se as pessoas parassem de dividir o mundo entre o que só homem pode e o que é permitido para mulheres haveria muito mais espaço para parcerias divinas.
O ódio afasta as pessoas, limita e empobrece a sociedade.
Neste ponto tiro o chapéu para a série britânica Doctor Who que ousa desafiar a misóginia com uma protagonista em um papel até agora masculino, mas tem auto uma das grandes premissas da série desafiar alguns tabus bastante enraizados quanto a gênero.
Não prego supremacia feminina, mas o mesmo direto dos caras de curtir uma boa hq, animes, ficção científica… chega de dividir o mundo da arte em masculino e feminino – arte, drama, ficção valem para todos que se dispõe a apreciar.

http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2017/08/misoginos-atacam-editora-da-marvel-por.html

Quando falamos sobre o sexismo generalizado nos quadrinhos, é isso que queremos dizer. Queremos dizer que alguns “fãs” são tão misóginos e se sentem tão ameaçados pela ideia de mulheres na indústria, que uma selfie desencadeia esse comportamento. Essa raiva é ainda pior se você for uma mulher trans, ou uma mulher negra, ou uma mulher com deficiência. Não há nada que as mulheres possam fazer para se proteger

Iniciando a leitura de – A Gênese – Allan Kardec quarta-feira, dez 9 2015 

Antes de tecer comentários gostaria de compartilhar o item 36 – Do capitulo caráter da revelação espirita.

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Gênesis significa origem, criação 

O item 36 me chamou a atenção por se uma afronta a todo conceito material de orgulho e derruba a falsa ideia de que um ser humano teria o direito de brutalizar ou dominar outro seja por raça, posição social ou sexo.

 

36. Com a reencarnação, desaparecem os preconceitos de raças e de castas, pois o  mesmo Espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário, chefe ou  subordinado, livre ou  escravo, homem ou  mulher. De todos os argumentos invocados contra a injustiça da servidão e da escravidão, contra a sujeição da mulher  à lei do mais forte, nenhum há que prime, em lógica, ao  fato material da reencarnação. Se, pois, a reencarnação funda numa lei da Natureza o princípio da fraternidade universal, também funda na mesma lei o da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte, o da liberdade. 

Lembro que quando eu era criança, me incomodava como uma pessoa podia ter nascido e morrido escrava ou ter sido brutalizada sem nunca ter chance de defesa – nossos livros de história estão cheios destes relatos, e assim também nossos jornais, em especial os sensacionalistas que mostram casos que nos deixam com vergonha do gênero humano.

Pensar que uma vida passada pode ter sido a causa não alivia a tristeza, e

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Pensar que o universo é vasto vivo e pulsante faz mais sentido que imaginar o vácuo frio. Um universo sem Deus seria um lugar imensamente solitário. 

pensar que o algoz pode em tempo futuro ser a vítima deixa um pífio sentimento de revanchismo. Mas pensar nisso como um ciclo em que ambas as partes podem romper os lastros do sofrimento faz pensar que talvez a humanidade possa sim chegar a ter dias menos negros.

Penso em casos como o “Estado Islâmico” e todas as suas atrocidades, e como seria injusto suas vítimas terem apenas esta existência de dor e depois nada. Ou nos algozes se esta fosse sua única existência – condenados eternamente a sofrer pelos crimes de uma vida (ideia de inferno) ou condenados ao vazio da inexistência (para quem não crê na vida após a morte). Almas criadas por um Deus perfeito e onisciente devem ter algum modo de reconciliar-se com as leis do pai, como uma criança que faz algo terrível no começo da vida, mas cresce e amadurece e torna-se melhor quando adulto por ter aprendido com o erro. Penso em todas as vidas ceifadas antes de ter qualquer chance de fazer bem ou mal por serem jovens demais, levadas por bombas, tiros, por serem molestas até o limite. Deus permitiria isso a um inocente? Um paraíso mítico repara uma existência perdida.

Aliás a ideia de paraíso me dá tédio e assemelha-se a inexistência. Para mim existir e ser produtivo de um ou outro modo, conviver, conhecer, aprender. Isso só me parece possível se estamos neste plano de existência, sujeito aos sentidos do corpo com suas benesses e tentações físicas e morais. A estrada para a fraternidade universal foi o caminho que falou mais alto ao meu coração e me fez mais sentido que outras opções de crenças, pois não sou capaz de crer na maldade como algo absoluto, e não sou capaz de aceitar que um ser humano vá sempre subjugar outro ser humano usando de desculpas como cor, sexo, classe social ou mesmo crença religiosa.

Gostaria de ver outras opiniões para que isto não se torne um monólogo.

Danielly Chaves

"As pessoas não sabem o que querem, até mostrarmos a elas." Steve Jobs daniellychavesblog.wordpress.com

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