coisas que acho legais · Minhas opiniões

Vale a pena bater na mesma tecla- por um Brasil melhor

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Qual de nós é inocente de fato?

Queremos combater a corrupção então comecemos por nós mesmos. Nos tornemos melhores para poder cobrar a mesma retidão daqueles que nos governam.

Em uma sociedade em que as pessoas buscam dia a dia não serem corruptíveis os grandes esquemas de desvio e lavagem de dinheiro não sobrevivem, eles não encontram terreno para lançar suas raízes e nem rabos presos para proteger suas galhadas.

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Ensaio do Gato de botas – e uma historinha para descontrair.

Era uma vez um lindo felino que vivia tranquilamente em sua amada liberdade.

Gatos amam liberdade. Dizem que gatos não amam seus donos – mentira. Esse gato foi dado de herança para o filho de um moleiro (não ouvimos mais falar dessa profissão hoje em dia, mas era muito comum antigamente, na época dos reis, ogros, gigantes e gatos falantes.

O filho do moleiro que herdou o gato era o filho caçula, e não tinha nada na vida, mas sonhava com muitas coisas então o gato, que sempre recebeu leite fresco e pedaços de carne e peixe, decidiu que ia ajudar seu amigo, novo dono e bem feitor.

Mas como?

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Gatos são muito espertos.

Ele pediu ao jovem dono uma casaca, um chapéu e um par de botas.

O rapaz só tinha uma roupa de ir à missa dia de domingo e um par de botas para trabalhar. Mas o gato era seu amigo, e ele decidiu confiar neles.

Assim que o gato colocou o chapéu, a casaca e as botas ficou parecendo um marques ( um tipo de nobre). E começou a andar em duas pernas, todo metido a besta.

– Pode deixar, agora que eu pareço um marques vou transformar você em um príncipe.

IMG_3167Dizendo isso o gato sumiu dentro da floresta mais escura e assustadora do reino. Caminhou sozinho por dois dias e duas noites até chegar ao castelo de um terrível ogro devorador de gente.

Muitos heróis tinham tentando derrotar o ogro, e a entrada do castelo estava cheia de espadas, lanças, armaduras e ferraduras de lindos cavalos. Todos devorados pelo ogro.

O ogro tinha sequestrado a filha do rei e estava pronto para se casar com ela.

Os criados do castelo estavam preparando o banquete de casamento, e a princesa do alto da torre chorava quando viuIMG_3243 o gato.

-Eu vim te ajudar.

A princesa ficou desconfiada.

-Como, se você é tão pequeno?

-Mas sou esperto. Tenho uma ideia. Quando eu entrar pela porta da frente diga que sou um marques do rei. Que sou nobre e rico, e que vim para ser testemunha do casamento.

A princesa muito esperta aceitou o plano.

Quando o gato entrou ela disse que era um enviado do rei. O ogro farejou o gato e gritou.

-Teremos espetinho de gato para entrada.

IMG_3238-Não. – gritou  a princesa. – Se vamos casar não pode comer os enviados do meu pai. Pelo menos não todos. O rei deve saber que meu marido é poderoso. Deixe que o Marques gato veja seus poderes.

O gato adorou a esperteza da princesa e começou a pedir provas do poder do ogro que transformou-se em um leão, e depois em um dragão.

– Virar coisas grandes é fácil, quero ver virar coisas pequenas. Como… Como um rato.

Assim que o gigante virou um rato o gato pulou sobre ele comeu. A princesa bateu palmas.

– E agora? – a princesa perguntou.

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-Meu mestre é um jovem muito bonito, e agora o dono desse castelo, e de tudo que era do ogro que eu comi. Que tal casar com ele. Te prometo que vai ser melhor marido que o monstro.

A princesa pensou. Se voltasse para o castelo ia ser obrigada a casar com algum estranho escolhido pelo pai, mas ali ela mesma podia escolher o marido.

-Se ele for bonito e prometer não ser chato, mandão ou mal educado eu topo.

-Eu vou buscar o meu mestre, enquanto isso pode fazer o que quiser com o castelo.

A princesa que nunca teve

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liberdade na vida mandou e desmandou no castelo e fez

 

tudo do jeito dela.

O gato atravessou a floresta levando as roupas mais bonitas que encontrou para o seu mestre. Contou a aventura e juntos voltaram ao castelo que era do ogro.

Quando o gato e o mestre chegaram ela avaliou seu novo príncipe e achou ele melhor que os nobres metidos a besta do castelo o pai. Casaram-se e decidiram ser os melhores amigos um do outro e o gato passou a ser o homem de honra do castelo tendo o melhor leite e os melhores peixes que pudesse comer.

Como ele gostou muto das roupas e botas passou a ser conhecido como o nobre e corajoso gato de botas – matador de ogros.

Minhas opiniões

Assédio ou Cantada?Homens não podem mais Flertar?

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O horizonte é mais vasto e a vida mais agradável para aqueles que respeitam ao próximo independente de cor, sexo, cargo ou classe socioeconômica. O respeito ao próximo nos define e nos eleva além da mesquinhez do mundo.

Com a visibilidade que algumas famosas deram ao velho problema do assédio começamos a andar em um terreno nebuloso. Qual a diferença de uma cantada para o assédio? Homens não podem mais Flertar?

Vamos aos fatos, cantadas são incomodas, desagradáveis e muitas vezes vulgares. Não fazem uma mulher sentir-se bem, não é um elogio e E São MUITO DIFERENTE DE FLERTAR.

Ao contrário do que muitos homens gostam de dizer por aí, a maioria de nós, mulheres, não se sente prestigiada ou enaltecida ao ser assediada na rua por um sujeito que ela não conhece e, tampouco, tem a intenção de conhecer e muito menos por um colega de trabalho ou um chefe. Isso nos deixa tristes, fere nossa integridade e nos faz pensar – “Que homem nojento.”

Por mais incrível que pareça NÃO NOS VESTIMOS PARA AGRADAR AOS DESEJOS SEXUAIS DOS HOMENS, por isso não nos interessa quais são suas opiniões ou desejos diante de nossos corpos, simplesmente, porque não somos corpos, somos pessoas, que possuem sentimentos e, também, medos. E um dos medos constante na mente de qualquer mulher é o abuso sexual, que pode começar com uma aparentemente inofensiva “cantada”

Para a maioria de nós, escolher o que vestir é pensar – Estarei confortável para a tarefa que vou desempenhar no trabalho? Terei mobilidade? Sentirei Calor ou Frio? Gosto da pessoa que vejo no espelho? Só muito depois disso vem “O que vão pensar dessa roupa?” e muitas de nós nem pensamos nessa ultima pergunta. A vida tem demandas muito mais urgentes do que preocupar-se todos os dias com o que pensam das nossas roupas.

Vamos por partes e dividir as três coisas que nomeiam o post

Flertar:

Claro que homens podem flertar. Não há  nada de mal ou errado nisso, o problema começa onde acaba o respeito ao espaço e a integridade do outro. Lembrando que flertar não é e nem deve ser entedio como pressionar a mulher a querer algo.

Flertar é começar uma conversa, tentar conhecer o outro. Tentar chamar a atenção positivamente para si mesmo seja para um encontro de uma noite ou na busca de um parceiro para a vida toda. Ou seja, quando um casal flerta estão tentando compreender um ao outro, estabelecendo limites seja por meio da comunicação verbal seja pela linguagem corporal. Afinal nos comunicamos não apenas com palavras. Um gesto, um olhar podem indicar tão bem quanto palavras quando estamos confortáveis ou não com a situação. A situação deixa de ser saudável quando uma das partes finge não entender uma negativa ou um pedido para ir mais devagar.

Flertar e saudável e faz parte do comportamento humano social e parte do mecanismo que aproxima homens e mulheres e não vale só para solteiros em busca de alguém, mas casais que se amam e respeitam ainda flertam no conforto do lar renovando a afeição mútua, saem juntos, se namoram.

Assédio 

26731174_1788207657919881_939689259742283760_nO assédio é uma forma de violência que pode ocorrer de três formas: ASSÉDIO MORAL, ASSÉDIO SEXUAL, E A JUNÇÃO DOS DOIS.

É violência porque viola o espaço físico e emocional do assediado. Não respeita recusas ou negativas constrangendo o assediado e chegando a criar situações humilhantes, seja em particular, e/ou ambiente de trabalho, ou familiar, ou social, ou nas redes sociais, na rua, teatros, cinemas, ônibus, trens…. na praia…

O assedio é um crime difícil de ser apurado  porque joga com as posições de poder – chefe/empregado, professor/aluno, homem/mulher. Quase sempre aquele em posição socialmente mais fraca acaba sofrendo duplamente pois além do assedio é culpabilizado tendo sua identidade e caráter questionados a todo momento. (Foi assediado porque vestia assim, foi assediado porque trabalha em ambiente masculino, foi assediado porque é jovem, porque deu moral, porque é solteira….)

Cantada 

Existem dois tipos básicos. – A cantada idiota do cara que não sabe flertar, e a cantada machista é uma forma de assedio verbal.

Veja alguns exemplos e diga nos comentários se gostaria de ser abordada com uma dessas.

“Você não é um pescoço, mas mexeu com a minha cabeça!”

“Não sou traficante, mas eu quero a sua boca.”.

“Estou realizando uma campanha de doação de órgãos! Você não quer doar o seu coração pra mim, não?”.

“Gata, o seu nome é Tamara, não é?” (Espere a resposta e certifique-se de que o nome da moça não seja Tamara) “Porque você TAMARAvilhosa!”.

“Nossa, você não usa calcinha, você usa um verdadeiro porta-joias!”.

“Gata, você é tão linda que não caga, lança bombom!”.

“Se você fosse um lanche dessa lanchonete o seu nome ia ser X-Pincesa”

“Gata, me chama de demônio e deixe q eu te possua.”.

“gatinha, se você ficar comigo nunca vai ter que pegar na enxada, só vai ter que fazer amor comigo da manhã até a madrugada.”

“gatinha, se beleza nascesse em ovo, você seria a dona da granja”

Minhas opiniões

Refletindo sobre o natal

Esta semana uma querida amiga criticou (com sua parcela de razão) a decoração de natal do Shopping Flamboyant em Goiânia, que tem como temática Londres. Ela esperava algo mais “étnico” ou “brasileiro.” Entendo a inquietação dela e considero válida, mas aí vai a minha inquietação: “O que tem de brasileiro no natal?”

Se pensamos bem a festa como um todo não nos pertence, ela foi trazida com um viés comercial de comida exageradamente farta e uma figura mítica vestida de vermelho e branco viajando em um trenó com renas. Essa figura sequer pertence ao rito cristão que deveria nesta data celebrar o nascimento de cristo, visto que a data foi instituída pela igreja.

As nossas decorações de natal remetem a pinheiros, bolas e neve. O que isso tem haver com Cristo? Em Nazaré nevava? Cresciam pinheiros por lá? Criamos toda uma mitologia comercial e cinematográfica para justificar o velhinho com roupas de inverno e barba longa que atende aos interesses do comercio desvirtuando a noção de amor ao próximo para uma obrigatoriedade de comprar presentes.

Como todas as pessoas adoro ganhar um presente de alguém querido, mas não engulo essa obrigatoriedade natalina que faz crianças choraram pela boneca ou o brinquedo da moda, que faz pais gastarem o que não tem para “dar um bom presente” Se o nascimento é de Cristo, se ele é o aniversariante porque estamos todos as voltas de satisfazer necessidades materialistas?

Desde criança as histórias com renas e trenós me deixavam confusa, me fazia mais sentido uma prece, ou mesmo a missa do galo.

Não sou contra festas, mas me incomoda o vazio que existe nelas. Não é preciso ser natal para reunir a família, amar aos parentes, distribuir carinho, mas uma vez que estejamos dispostos a nos reunir nesta data com o pretexto do nascimento de cristo, deviamos pelo menos consagrar uma parte deste dia para honrar os valores cristãos, para refletir sobre o quanto temos seguido o exemplo do mestre, o quanto amamos e respeitamos nossos semelhantes dentro e fora da família, como foi nossa luta ao longo do ano para ser mais honestos que no ano anterior, melhores que no ano anterior. Alguém de fato faz isso? Alguém olha para dentro de si? Ou estamos mais focados “no que vai ter para comer?” “O que vou ganhar?” “Esse presente que estou dando foi caro e espero que quem ganhou seja grato.” “Peguei uma cartinha no correio e vou fazer a minha boa ação do ano.” “Não faço nada pelos mais pobres, mas estou ajudando uma comunidade carente a ter ceia.” (sem pensar no resto do ano que aquela comunidade precisa de apoio, afinal a solidariedade existe só no natal.)

Uma decoração de natal Londrina não me incomoda, até gosto, visto que vejo a coisa toda do natal como algo estrangeiro e ficcional.

Acredito que se quisermos trazer a ideia do natal mais para a nossa realidade, a ponto de criar uma identidade brasileira para o natal a primeira coisa a fazer seria esquecer o mito do noel e voltar à manjedoura. Os presépios natalinos evocam muito mais a noção de Rei dos humildes do que os pinheiros decorados.

A imensa campanha publicitaria das grandes lojas esmaga a ideia da troca de presentes, cria uma obrigatoriedade que tira o sentido principal de presentear um ente querido. Não somos os reis magos devotando amor e respeito ao homem que nasceu para mudar e melhorar o mundo, temos sido crianças mimadas que se esquecem do aniversariante e ficam embriagadas pelas próprias necessidades.

Isso que é a decoração “Londrina” uma forma de nos embriagar rumo ao consumo e nos fazer esquecer da humildade do rei que deu a vida para nos ensinar a amar ao próximo, a sermos tolerantes.

Mas como seria uma decoração com uma identidade nacional?Eu ainda não consigo vislumbrar algo assim, visto que o natal que conhecemos é a comercialização de uma comemoração cristã. Criar uma identidade seria refletir sobre o real significado para nós brasileiros, para recriar e resinificar do nosso modo. Assim como fizemos com as religiões africanas que deram origem a Umbanda, Candomblé e Quimbanda etc. Enquanto comprarmos a ideia dos filmes americanos, as decorações europeias e nos esquecermos de que Cristo nasceu no oriente médio, em uma região mais parecida com partes do nosso nordeste do que com florestas nevadas não seremos capazes de criar um Natal Brasileiro. Seremos reféns de decorações e motivos importados, que a seu modo são belos, mas não dos dizem grande coisa, não ecoam no fundo de nossas almas, não trazem uma identificação pessoal entre nós e o aniversariante.

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Amar ao próximo é a grande lição do cristo e que vem sendo deliberadamente esquecida

Vi esse post e achei super pertinente, natal não é o “Papai Noel” que nada tem haver com a mensagem de amor ao próximo, é uma figura comercial, importada via EUA/Inglaterra.
Quando penso em natal acho linda as decorações, mas não vejo o espirito de amor ao próximo, vejo a gana por consumo, presentes e mesas exageradamente fartas. Acredito que seria mais válido esquecer os presentes e pensar nas ações em família, comunidade, sociedade…. pensar se estamos seguindo o ensinamento do cristo, se estamos ficando do lado dele ou se estamos sendo como os homens que o crucificaram. Estamos sendo tolerantes? Amamos ao próximo como a nós mesmos? Ou somos Pilatos, lavando nossas mãos? Ou estamos tentando eleger Barrabás para a presidência?

Você ficaria do lado de Jesus? — Toda Unanimidade

 

Acho que a mensagem de Jesus dizia 3 coisas:

1 – Tenhamos compaixão até por quem erra.

2 – Quem somos nós para julgar os outros?

3 – Cuidemos dos nossos próprios erros no lugar de ficar olhando os outros.

Imagino que os apedrejadores ficaram bem decepcionados com a mensagem, porém os mais espertos deles podem ter aprendido uma boa lição.

Você já pensou quantas situações em nossas vidas são parecidas com essa? Quantas vezes julgamos os outros e nos esquecemos de olhar no espelho?via Você ficaria do lado de Jesus? — Toda Unanimidade

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Review: Star Wars: Os Últimos Jedi — Infinitas Vidas

Alerta – pode conter Spoilers – só leia depois de ver o filme. 

Adorei o filme e adorei sua resenha, bastante clara e objetiva. Também me senti incomodada com o desfecho do Snoke, já que o personagem foi subaproveitado e isso coloca os roteirista em uma posição complicada ao ter que suprir o buraco de vilania deixado por Snoke com Kylo, que precisará ter um grande desenvolvimento no próximo filme. Eu esperava através do Snoke saber um pouco mais dos sith, e da mitologia deles, mas nem tudo é como queremos. Gostei mais do desenvolvimento de Kylo neste filme, mas também esperava mais nuances cinzas no fim na personalidade dele no fim. Gostei do Snoke o confrontar como um garoto mimado e birrento, e fazer a critica que todos os fãs faziam ao ridículo capacete.

Gostei de não colocarem o Luke em um pedestal logo de cara, ver ele como um velho amargurado e frustrado dá dimensão ao personagem e deixa ainda mais empolgante o seu retorno no fim, nos faz querer que ele saia do casulo ao longo de todo o filme e cria uma tensão.

Já estou ansiosa pelo próximo, vou sentir muita falta da Léia, bem mais do que senti de Han Solo – e olha que senti muita – gostava da dinâmica dos 3 Léia, Luke e Han que foi o que mais marcou a trilogia original. Ainda estou esperando uma dinâmica assim na trilogia atual e ainda não encontrei, embora a relação Kylo e Rey tenha chagado bem perto em alguns momentos assim como Fin e Rose ( não estou falando de romantismo, mas de carisma entre os núcleos) Gosto muito do BB-8, mas ainda prefiro o R2. No primeiro filme o BB-8 me pareceu mais encantador que no segundo, senti falta do R2 destravando portas e quebrando códigos de segurança. O BB-8 é mais combativo enquanto o R2 era quase um coringa na equipe original.

Oi povo, tudo certo? Cá estou para tentar falar a respeito do filme mais esperado do ano, Star Wars: Os Últimos Jedi. Fiquem tranquilos que o texto não terá spoilers sem aviso prévio. Podem ler sossegados! 😉 Sinopse: Após encontrar o mítico e recluso Luke Skywalker (Mark Hammil) em uma ilha isolada, a jovem Rey (Daisy […]

via Review: Star Wars: Os Últimos Jedi — Infinitas Vidas<<<<
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